Programação
Galerias
O que acontece quando uma obra de arte só existe porque alguém entrou na sala? Essa é a experiência proposta por SUA ENERGIA, nova instalação da artista e pesquisadora Rejane Cantoni, que será inaugurada no dia 01 de julho no Teatro Petrobras Futuros. Criada especialmente para o espaço, a obra transforma a presença dos visitantes em movimento, luz e interação, fazendo do próprio corpo a força que ativa a instalação.
Ao atravessar a porta, o público deixa de ocupar apenas o lugar de observador. Sensores passam a acompanhar cada deslocamento e transformam esses movimentos em dados que comandam um conjunto de robôs de luz. O resultado muda a cada instante. Nenhuma visita é igual à outra, porque a obra responde às pessoas que estão ali e desaparece quando o espaço fica vazio.
A artista Rejane Cantoni investiga há décadas as relações entre corpo, percepção e tecnologia. Em suas instalações, a experiência do público faz parte da própria criação da obra. Não há um percurso definido nem uma narrativa única. Cada interação produz novas formas, novos desenhos de luz e diferentes possibilidades de encontro entre pessoas, máquinas e espaço.
Em SUA ENERGIA, oito robôs de iluminação acompanham, em tempo real, até oito visitantes. Em alguns momentos, seguem cada movimento como se cada pessoa carregasse um pequeno sol sobre si. Em outros, deixam de responder ao público e passam a criar coreografias próprias, desenhando geometrias luminosas que nunca se repetem. Entre o controle e a autonomia das máquinas, a instalação constrói um ambiente em constante transformação.
Mais do que explorar recursos tecnológicos, a obra propõe uma reflexão sobre energia, presença e convivência. Ao transformar o corpo em elemento central da experiência, a instalação aproxima conceitos da arte, da ciência e da tecnologia para investigar como nossas ações também modificam os espaços que ocupamos.
Esta é a segunda participação de Rejane Cantoni na programação do Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia. Em 2025, a artista apresentou OP_ERA: Sonic Dimension, dando continuidade a uma trajetória internacional que já passou por instituições como Ars Electronica, National Art Museum of China e Asia Culture Center. Agora, retorna ao centro cultural com uma obra inédita criada especialmente para dialogar com o espaço e com o público carioca.
Ao final da experiência, as luzes se apagam, os robôs retornam ao ponto de partida e a sala volta ao silêncio. Mas a sensação permanece. Talvez porque SUA ENERGIA fale menos sobre máquinas do que sobre aquilo que elas só conseguem revelar quando alguém decide entrar, caminhar e ocupar o espaço.
Nova obra de Rejane Cantoni transforma presença em luz no Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia
O que acontece quando uma obra de arte só existe porque alguém entrou na sala? Essa é a experiência proposta por SUA ENERGIA, nova instalação da artista e pesquisadora Rejane Cantoni, que será inaugurada no dia 01 de julho no Teatro Petrobras Futuros. Criada especialmente para o espaço, a obra transforma a presença dos visitantes em movimento, luz e interação, fazendo do próprio corpo a força que ativa a instalação.
Ao atravessar a porta, o público deixa de ocupar apenas o lugar de observador. Sensores passam a acompanhar cada deslocamento e transformam esses movimentos em dados que comandam um conjunto de robôs de luz. O resultado muda a cada instante. Nenhuma visita é igual à outra, porque a obra responde às pessoas que estão ali e desaparece quando o espaço fica vazio.
A artista Rejane Cantoni investiga há décadas as relações entre corpo, percepção e tecnologia. Em suas instalações, a experiência do público faz parte da própria criação da obra. Não há um percurso definido nem uma narrativa única. Cada interação produz novas formas, novos desenhos de luz e diferentes possibilidades de encontro entre pessoas, máquinas e espaço.
Em SUA ENERGIA, oito robôs de iluminação acompanham, em tempo real, até oito visitantes. Em alguns momentos, seguem cada movimento como se cada pessoa carregasse um pequeno sol sobre si. Em outros, deixam de responder ao público e passam a criar coreografias próprias, desenhando geometrias luminosas que nunca se repetem. Entre o controle e a autonomia das máquinas, a instalação constrói um ambiente em constante transformação.
Mais do que explorar recursos tecnológicos, a obra propõe uma reflexão sobre energia, presença e convivência. Ao transformar o corpo em elemento central da experiência, a instalação aproxima conceitos da arte, da ciência e da tecnologia para investigar como nossas ações também modificam os espaços que ocupamos.
Esta é a segunda participação de Rejane Cantoni na programação do Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia. Em 2025, a artista apresentou OP_ERA: Sonic Dimension, dando continuidade a uma trajetória internacional que já passou por instituições como Ars Electronica, National Art Museum of China e Asia Culture Center. Agora, retorna ao centro cultural com uma obra inédita criada especialmente para dialogar com o espaço e com o público carioca.
Ao final da experiência, as luzes se apagam, os robôs retornam ao ponto de partida e a sala volta ao silêncio. Mas a sensação permanece. Talvez porque SUA ENERGIA fale menos sobre máquinas do que sobre aquilo que elas só conseguem revelar quando alguém decide entrar, caminhar e ocupar o espaço.
Por trás de cada projeto selecionado, há profissionais com diferentes histórias, experiências e olhares sobre a cultura brasileira. Conheça quem fez parte desse processo!
Quando o resultado de um edital é divulgado, o público conhece os projetos escolhidos. O que nem sempre aparece é o caminho percorrido até essa decisão.
No edital Brasilidades & Futuros, cada proposta passou por um processo de leitura, análise e diálogo conduzido por uma comissão formada por profissionais de diferentes áreas da cultura. Curadores, artistas, pesquisadores, produtores e gestores culturais colocaram suas experiências em perspectiva para avaliar projetos que refletem a diversidade da produção artística brasileira.
Vindos de diferentes regiões do país, os integrantes da banca compartilham trajetórias construídas em universidades, museus, festivais, instituições culturais e espaços independentes. São profissionais que acompanham de perto as transformações da arte contemporânea e ajudam, diariamente, a ampliar os espaços de criação, pesquisa e circulação da cultura.
Mais do que reunir especialistas, esta seleção reuniu diferentes maneiras de olhar para a arte. E foi justamente desse encontro de experiências que nasceram as escolhas que deram forma ao resultado do edital.
Artes Visuais
Nas Artes Visuais, a diversidade começa pela própria composição da comissão. Os profissionais que participaram da seleção desenvolvem pesquisas e projetos que atravessam temas como ancestralidade, tecnologia, educação, território, meio ambiente e novas formas de pensar a arte contemporânea.
Keyna Eleison
A curadora Keyna Eleison leva para a banca uma trajetória marcada pelo diálogo entre arte, filosofia e saberes ancestrais. Curadora, escritora, pesquisadora, herdeira Griot e xamã, é mestre em História da Arte, especialista em História e Arquitetura pela PUC-Rio e bacharel em Filosofia pela UFRJ. Foi gerente dos centros culturais do Município do Rio de Janeiro, coordenadora pedagógica da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, diretora artística do MAM Rio e curadora da primeira Bienal da Amazônia. Atualmente é diretora artística e de educação da Bienal da Amazônia e co-curadora At Large da 36ª Bienal de São Paulo, desenvolvendo projetos voltados à curadoria, à educação e à valorização dos saberes ancestrais na arte contemporânea.
Instagram: https://www.instagram.com/keynaeleison
Gabriel Cevallos
Gabriel Cevallos desenvolve projetos que aproximam artes visuais, música, audiovisual e tecnologias emergentes, construindo pontes entre diferentes linguagens e processos criativos. Graduado em Cinema e Produção Audiovisual pela PUCRS, pós-graduado em Práticas Curatoriais e mestre em Artes Visuais pela UFRGS, é idealizador e curador do festival Kino Beat desde 2009. Sua trajetória reúne experiências em curadoria de arte sonora e digital, programação musical, planejamento de eventos, articulação institucional e cooperação internacional. Em 2020 recebeu o Prêmio Açorianos de Artes Plásticas nas categorias Destaque em Curadoria e Ações de Inovação e Difusão.
Instagram: https://www.instagram.com/cevallosss
Lilian Fraiji
Lilian Fraiji conecta arte, ecologia, ciência e os saberes da Amazônia em uma trajetória construída entre o Brasil e o exterior. Curadora, pesquisadora e produtora cultural amazônida, é especialista em Gestão e Políticas Culturais pela Universidade de Barcelona e mestre em Curadoria e Práticas Culturais pela Universidade Ramon Llull, na Espanha. É cofundadora da plataforma internacional LABVERDE, dedicada às relações entre arte, ecologia, ciência e saberes ancestrais. Ao longo da carreira, desenvolveu exposições, festivais e projetos em instituições da América Latina, Europa e Estados Unidos, consolidando pesquisas voltadas às mudanças climáticas, justiça ambiental e ecossistemas vivos.
Instagram: https://www.instagram.com/lilianfraiji
Bernardo Marques-Baptista
Bernardo Marques-Baptista dedica sua pesquisa às relações entre arte e tecnologias contemporâneas. Doutor em História da Arte e mestre em Artes pela UERJ, é bacharel em Produção Cultural pela UFF. Atua como pesquisador, produtor cultural e curador independente, desenvolvendo projetos que dialogam com tecnologias digitais, sociais e ancestrais. É pesquisador associado do Laboratório de Artes e Políticas da Alteridade e do Museu AfroDigital, ambos da UERJ, além de professor substituto no Departamento de Teoria e História da Arte da universidade e pesquisador bolsista da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (FAPES).
Instagram: https://www.instagram.com/bmarques.arts
Leonardo Moraes
Leonardo Moraes é artista, educador, pesquisador e curador, com atuação nas interfaces entre cultura, educação, acessibilidade, tecnologias, raça, gênero e territorialidade. Licenciado em Música pelo Conservatório Brasileiro de Música, especialista em Gestão Cultural pela PUC-Rio, mestre e doutor pela UFRJ, é membro fundador do Grupo de Estudos e Pesquisa Etnomusicológica NEGÔ. Atua no Programa Cultura do Sesc Nacional, é diretor de ações educativas da BATEKOO e colaborador do PROEMUS/UNIRIO. Também participou da curadoria de exposições no Museu de Arte do Rio, Museu das Favelas, Sesc Belenzinho e atualmente integra a curadoria da residência artística do projeto UPLOAD, do Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia.
Instagram: https://www.instagram.com/leomoraes22
João Paulo Quintella
João Paulo Quintella desenvolve pesquisas voltadas às relações entre arte, espaço e experiência. Curador independente, coordena atualmente o programa cultural da Fundação Suíça Pro Helvetia no Brasil e integra a curadoria do projeto arte_passagem. Mestre em Processos Artísticos Contemporâneos pela UERJ, já atuou em projetos como Permanências e Destruições, Remanso, Céu Aberto e Suposto Sul – Suposto Norte, além de integrar a equipe de pesquisa e curadoria da Casa França-Brasil. Também publica textos sobre arte em veículos especializados como Select, Canal Contemporâneo e Edições Sesc São Paulo.
Instagram: https://www.instagram.com/joaopauloquintella
Vânia Leal
Vânia Leal é pesquisadora e curadora paraense que há décadas contribui para fortalecer a produção artística da região Norte e o pensamento curatorial brasileiro. Mestre em Comunicação, Linguagem e Cultura, vive e trabalha em Belém, onde desenvolve projetos curatoriais, ações formativas e participa de importantes comissões de seleção e júris. Foi curadora educacional do Projeto Arte Pará durante 17 anos, integrou o mapeamento da região Norte para o Rumos Itaú Cultural e realizou curadorias para instituições como Museu Vale, Banco da Amazônia, Centro Cultural São Paulo, Instituto Tomie Ohtake, Instituto Inclusartiz e Bienal das Amazônias.
Instagram: https://www.instagram.com/vanialleal
Artes Cênicas
Se nas artes visuais o olhar é o ponto de partida, nas artes da cena tudo acontece no encontro. É nele que surgem novas narrativas, diferentes formas de ocupar os espaços e outras maneiras de compreender o mundo. A comissão de Artes Cênicas reflete justamente essa multiplicidade de experiências.
Alexandra Dumas
A professora e pesquisadora Alexandra Dumas leva para a banca uma trajetória dedicada às pedagogias e poéticas negras, às culturas populares e às expressões afro-brasileiras. Baiana da cidade de Prado, é doutora em Artes Cênicas e docente do Departamento de Fundamentos do Teatro e do Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Sua atuação acadêmica e artística tem como eixo a valorização das culturas afro-brasileiras, das brincadeiras populares e das pedagogias negras, contribuindo para ampliar os debates sobre arte, educação e representatividade na cena contemporânea.
Instagram: https://www.instagram.com/xisdumas
Ana Luisa Lima
Reúne mais de três décadas de atuação entre a produção cultural, a formação acadêmica e a gestão pública, contribuindo para a construção de políticas e projetos voltados ao fortalecimento das artes cênicas. Mestre em Bens Culturais e Projetos Sociais pela FGV, especialista em Teoria Literária pela UFRJ e licenciada e bacharel em Artes Cênicas pela UNIRIO, é professora do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ) desde 2004. Ao longo da carreira foi gerente da Rede de Teatros Municipais, subsecretária e secretária municipal de Cultura do Rio de Janeiro, coordenadora da Fábrica de Espetáculos do Theatro Municipal, curadora de projetos nacionais e jurada do Prêmio Shell de Teatro entre 2017 e 2025. Atualmente ocupa a Diretoria de Memória, Pesquisa e Produção de Conteúdos da Funarte.
Cristina Becker
Cristina Becker desenvolve iniciativas ligadas à economia criativa, à cooperação internacional e à formação de lideranças femininas na música e nas artes. Gestora cultural, empreendedora global e curadora, atua há mais de 25 anos nas artes e indústrias criativas. Foi embaixadora da WME e criou o programa ASA, realizado em parceria entre o British Council e o Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia, voltado ao desenvolvimento de mulheres na música. Também integrou a equipe de consultores do MicBR, desenvolve projetos de mentoria e consultoria para organizações públicas e privadas e é diretora artística do Festival Atos de Fala e sócia da Toca & Becker MGMT.
Instagram: https://www.instagram.com/cristinabbecker
Fernando Zugno
Fernando Zugno construiu sua trajetória entre a criação artística, a curadoria e a direção de festivais. Há duas décadas atua no Porto Alegre em Cena, do qual foi diretor entre 2016 e 2021. Nos últimos anos ampliou sua atuação para as artes visuais, realizando curadorias em instituições como o MACRS e o Farol Santander. Atualmente é diretor e curador da revista de arte Corpo Futuro e da mostra transdisciplinar MIAC, além de colaborar com diversos festivais e projetos artísticos no Brasil. Em 2020 recebeu o Prêmio Eva Sopher de Destaque Cultural, concedido pela Fundação Theatro São Pedro.
Instagram: https://www.instagram.com/ferzugno
Eduardo Rieche
Eduardo Rieche é dramaturgo, ator, produtor e pesquisador, com uma trajetória que atravessa teatro, literatura e produção cultural. Formado pela Casa das Artes de Laranjeiras (CAL), soma mais de 35 anos de carreira e recebeu importantes reconhecimentos, como o Prêmio Coca-Cola de Melhor Ator e o Prêmio Shell de Melhor Autor. É autor do musical É Samba na Veia, é Candeia, escreveu, ao lado de Gustavo Gasparani, Fafá de Belém, o Musical e foi finalista do Prêmio Jabuti pela biografia Yara Amaral – A Operária do Teatro. Desde 2014 atua como parecerista do Ministério da Cultura na área de Artes Cênicas e também é psicólogo pela UERJ, bacharel em Comunicação Social pela UFRJ e tradutor de festivais de cinema.
Instagram: https://www.instagram.com/eduardorieche
Nayse Lopez
Nayse Lopez é autora, roteirista, curadora de artes e de conteúdo, com trajetória dedicada à criação, pesquisa e programação cultural. Formada pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), desenvolve projetos que articulam narrativas, audiovisual, literatura e artes cênicas, atuando na curadoria de festivais, mostras e iniciativas culturais. Sua experiência reúne a produção de conteúdo, a escrita e a mediação entre diferentes linguagens artísticas, contribuindo para a construção de programações voltadas ao diálogo entre arte, cultura e sociedade.
Instagram: https://www.instagram.com/nayselopez
Felipe de Assis
Felipe de Assis é curador, pesquisador, gestor cultural e artista da cena, reconhecido pelo trabalho desenvolvido à frente do Festival Internacional de Artes Cênicas da Bahia (FIAC Bahia) e por sua atuação em iniciativas de circulação e cooperação internacional das artes da cena. Mestre e doutorando em Artes Cênicas pela UFBA, atua na criação, curadoria, formação e internacionalização de projetos culturais. Ao longo de sua trajetória colaborou com iniciativas como Rumos Itaú Cultural, Edital Oi Futuro, MITbr, MEXE (Portugal) e o Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga. Também foi diretor artístico do Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia (2023) e diretor executivo da Embaixada Cultural na Casa G20, no Rio de Janeiro (2024).
Instagram: https://www.instagram.com/felipedeassis.art
Música
A música também reúne diferentes maneiras de compreender o Brasil. Da pesquisa acadêmica à produção artística, dos festivais independentes às grandes plataformas culturais, a comissão foi formada por profissionais que acompanham de perto a diversidade de sons, territórios e movimentos que compõem a cena musical brasileira.
Leo Porto
Leo Porto é jornalista, produtor cultural e pesquisador da música brasileira, com atuação voltada à gestão cultural e ao fortalecimento das políticas públicas para a cultura. Atualmente integra a gestão do Hub Cultural Porto Dragão, do Instituto Dragão do Mar, em parceria com a Secretaria da Cultura do Ceará (Secult Ceará), desenvolvendo iniciativas dedicadas à produção, circulação e difusão da música e das artes. Ao longo de sua trajetória, contribui para a articulação entre pesquisa, produção cultural e gestão de projetos voltados à valorização da cultura brasileira.
Instagram: https://www.instagram.com/leoporto_ba
Carlos Albuquerque
Carlos Albuquerque, conhecido como Calbuque, é jornalista, crítico, curador musical, roteirista, radialista, DJ e biólogo marinho. Durante mais de 25 anos atuou no jornal O Globo, passando pelas editorias de Cultura e Ciência como repórter, crítico, redator e editor, além de coordenar as colunas Rio Fanzine e Transcultura. É idealizador e curador do Festival Ultrasonidos, dedicado à música sul-americana, e apresenta o programa homônimo na Rádio UFRJ, consolidando uma trajetória dedicada à pesquisa, difusão e valorização da cultura musical brasileira e latino-americana.
Instagram: https://www.instagram.com/calbuque00
Leo Feijó
Leo Feijó é jornalista, empreendedor cultural e especialista em indústria da música, com uma trajetória dedicada à formação de profissionais, à gestão pública e ao desenvolvimento do mercado musical brasileiro. Mestre em Empreendedorismo Criativo, com ênfase em Indústria da Música, pela Goldsmiths, University of London, é diretor da Escola Música & Negócios, criada em parceria com o Instituto Gênesis da PUC-Rio, e atualmente coordena ações estratégicas na Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro. Foi subsecretário de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, criou espaços culturais como Teatro Odisseia, Cinemathèque e Casa da Matriz, produziu mais de dois mil espetáculos e eventos e é autor do livro “Diversidade na Indústria da Música no Brasil, além de coautor de Rio: Cultura da Noite”.
Instagram: https://www.instagram.com/leofeijorio
Lucas Oliveira
Lucas Oliveira é músico, produtor musical, empresário e empreendedor cultural de Cuiabá (MT). Fundador do Grupo SUMAC, lidera iniciativas como SUMAC Records, Casa SUMAC e Baguncinha, o Festival, fortalecendo a cadeia produtiva da cultura no Centro-Oeste. Com MBA em Gerenciamento de Projetos pela Fundação Getulio Vargas (FGV), já impactou centenas de artistas por meio de eventos, produções, formações e projetos voltados ao desenvolvimento da cena musical independente.
Instagram: https://www.instagram.com/l.oliveira/
Nathalia Grilo
Nathalia Grilo aproxima arte contemporânea, música e pensamento negro em uma prática que articula pesquisa, curadoria e escrita. Curadora, pesquisadora, crítica musical, DJ e poeta, desenvolve investigações sobre sonoridade, imagem e espacialidade, com especial interesse pelas culturas populares, pelo experimentalismo e pelas tradições afro-diaspóricas. Sua trajetória reúne a curadoria de exposições, festivais de música instrumental, projetos interdisciplinares, cursos e programas públicos, priorizando processos de escuta, formação crítica e acompanhamento artístico.
Instagram: https://www.instagram.com/preta.velha
Renée Chalu
Renée Chalu é gestora cultural, curadora e produtora cultural, formada em Comunicação Social com especialização em Marketing de Eventos. É sócia-diretora da Se Rasgum Produções, plataforma cultural da Amazônia que, há mais de duas décadas, desenvolve festivais, conferências e programas dedicados à música, à economia criativa e à internacionalização da cultura amazônica. Também idealiza projetos como o Festival Se Rasgum, ALMA – Amazônia Legal Música & Arte, Festival Sonido, Se Rasgum Gira e o Circuito Mangueirosa de Carnaval, além de integrar redes de cooperação e comissões de seleção no Brasil e no exterior.
Instagram: https://www.instagram.com/reneechalu
Michelly Mury
Michelly Mury é curadora, diretora artística e gestora cultural, com uma trajetória marcada pela valorização da diversidade na cultura brasileira. Atualmente é Label Manager da Altafonte e curadora artística do Festival Feira Preta. Atuou na programação artística da Fundição Progresso e foi coordenadora artística da Casa Natura Musical, em São Paulo. Também integra a equipe de educadores do projeto Sementes – Caminhos para uma Produção Mais Diversa, iniciativa voltada à formação gratuita de artistas e produtores não brancos. Em 2024 foi eleita Profissional do Ano no WME Awards.
Instagram: https://www.instagram.com/michellymury
Chico Dub
Chico Dub é diretor artístico, curador e gestor cultural reconhecido por seu trabalho em festivais e projetos dedicados à experimentação sonora no Brasil e no exterior. É diretor e curador do Festival Novas Frequências, da plataforma Outra Música e dos concertos da Casa Museu Eva Klabin, além de integrar o conselho da Semana Internacional de Música de São Paulo. Eleito pelo British Council como um dos Futuros Líderes Globais, foi diretor artístico do Oi Futuro — atual Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia — e desenvolveu curadorias para instituições e festivais como Bienal de São Paulo, Centro Cultural São Paulo, Sesc, CCBB, Farol Santander, OneBeat Residency, Rio Innovation Week, entre diversos projetos nacionais e internacionais voltados à música contemporânea e à experimentação artística.
Instagram: https://www.instagram.com/chicodub
Toda escolha também conta uma história e a de Brasilidades & Futuros foi construída por pessoas que fazem da arte, da cultura e da pesquisa parte da própria trajetória. Diferentes olhares, diferentes experiências e uma mesma responsabilidade: encontrar projetos que expressem a potência criativa do Brasil.
Os olhares por trás da seleção na Chamada Pública Brasilidades & Futuros
Por trás de cada projeto selecionado, há profissionais com diferentes histórias, experiências e olhares sobre a cultura brasileira. Conheça quem fez parte desse processo!
Quando o resultado de um edital é divulgado, o público conhece os projetos escolhidos. O que nem sempre aparece é o caminho percorrido até essa decisão.
No edital Brasilidades & Futuros, cada proposta passou por um processo de leitura, análise e diálogo conduzido por uma comissão formada por profissionais de diferentes áreas da cultura. Curadores, artistas, pesquisadores, produtores e gestores culturais colocaram suas experiências em perspectiva para avaliar projetos que refletem a diversidade da produção artística brasileira.
Vindos de diferentes regiões do país, os integrantes da banca compartilham trajetórias construídas em universidades, museus, festivais, instituições culturais e espaços independentes. São profissionais que acompanham de perto as transformações da arte contemporânea e ajudam, diariamente, a ampliar os espaços de criação, pesquisa e circulação da cultura.
Mais do que reunir especialistas, esta seleção reuniu diferentes maneiras de olhar para a arte. E foi justamente desse encontro de experiências que nasceram as escolhas que deram forma ao resultado do edital.
Artes Visuais
Nas Artes Visuais, a diversidade começa pela própria composição da comissão. Os profissionais que participaram da seleção desenvolvem pesquisas e projetos que atravessam temas como ancestralidade, tecnologia, educação, território, meio ambiente e novas formas de pensar a arte contemporânea.
Keyna Eleison
A curadora Keyna Eleison leva para a banca uma trajetória marcada pelo diálogo entre arte, filosofia e saberes ancestrais. Curadora, escritora, pesquisadora, herdeira Griot e xamã, é mestre em História da Arte, especialista em História e Arquitetura pela PUC-Rio e bacharel em Filosofia pela UFRJ. Foi gerente dos centros culturais do Município do Rio de Janeiro, coordenadora pedagógica da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, diretora artística do MAM Rio e curadora da primeira Bienal da Amazônia. Atualmente é diretora artística e de educação da Bienal da Amazônia e co-curadora At Large da 36ª Bienal de São Paulo, desenvolvendo projetos voltados à curadoria, à educação e à valorização dos saberes ancestrais na arte contemporânea.
Instagram: https://www.instagram.com/keynaeleison
Gabriel Cevallos
Gabriel Cevallos desenvolve projetos que aproximam artes visuais, música, audiovisual e tecnologias emergentes, construindo pontes entre diferentes linguagens e processos criativos. Graduado em Cinema e Produção Audiovisual pela PUCRS, pós-graduado em Práticas Curatoriais e mestre em Artes Visuais pela UFRGS, é idealizador e curador do festival Kino Beat desde 2009. Sua trajetória reúne experiências em curadoria de arte sonora e digital, programação musical, planejamento de eventos, articulação institucional e cooperação internacional. Em 2020 recebeu o Prêmio Açorianos de Artes Plásticas nas categorias Destaque em Curadoria e Ações de Inovação e Difusão.
Instagram: https://www.instagram.com/cevallosss
Lilian Fraiji
Lilian Fraiji conecta arte, ecologia, ciência e os saberes da Amazônia em uma trajetória construída entre o Brasil e o exterior. Curadora, pesquisadora e produtora cultural amazônida, é especialista em Gestão e Políticas Culturais pela Universidade de Barcelona e mestre em Curadoria e Práticas Culturais pela Universidade Ramon Llull, na Espanha. É cofundadora da plataforma internacional LABVERDE, dedicada às relações entre arte, ecologia, ciência e saberes ancestrais. Ao longo da carreira, desenvolveu exposições, festivais e projetos em instituições da América Latina, Europa e Estados Unidos, consolidando pesquisas voltadas às mudanças climáticas, justiça ambiental e ecossistemas vivos.
Instagram: https://www.instagram.com/lilianfraiji
Bernardo Marques-Baptista
Bernardo Marques-Baptista dedica sua pesquisa às relações entre arte e tecnologias contemporâneas. Doutor em História da Arte e mestre em Artes pela UERJ, é bacharel em Produção Cultural pela UFF. Atua como pesquisador, produtor cultural e curador independente, desenvolvendo projetos que dialogam com tecnologias digitais, sociais e ancestrais. É pesquisador associado do Laboratório de Artes e Políticas da Alteridade e do Museu AfroDigital, ambos da UERJ, além de professor substituto no Departamento de Teoria e História da Arte da universidade e pesquisador bolsista da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (FAPES).
Instagram: https://www.instagram.com/bmarques.arts
Leonardo Moraes
Leonardo Moraes é artista, educador, pesquisador e curador, com atuação nas interfaces entre cultura, educação, acessibilidade, tecnologias, raça, gênero e territorialidade. Licenciado em Música pelo Conservatório Brasileiro de Música, especialista em Gestão Cultural pela PUC-Rio, mestre e doutor pela UFRJ, é membro fundador do Grupo de Estudos e Pesquisa Etnomusicológica NEGÔ. Atua no Programa Cultura do Sesc Nacional, é diretor de ações educativas da BATEKOO e colaborador do PROEMUS/UNIRIO. Também participou da curadoria de exposições no Museu de Arte do Rio, Museu das Favelas, Sesc Belenzinho e atualmente integra a curadoria da residência artística do projeto UPLOAD, do Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia.
Instagram: https://www.instagram.com/leomoraes22
João Paulo Quintella
João Paulo Quintella desenvolve pesquisas voltadas às relações entre arte, espaço e experiência. Curador independente, coordena atualmente o programa cultural da Fundação Suíça Pro Helvetia no Brasil e integra a curadoria do projeto arte_passagem. Mestre em Processos Artísticos Contemporâneos pela UERJ, já atuou em projetos como Permanências e Destruições, Remanso, Céu Aberto e Suposto Sul – Suposto Norte, além de integrar a equipe de pesquisa e curadoria da Casa França-Brasil. Também publica textos sobre arte em veículos especializados como Select, Canal Contemporâneo e Edições Sesc São Paulo.
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Vânia Leal
Vânia Leal é pesquisadora e curadora paraense que há décadas contribui para fortalecer a produção artística da região Norte e o pensamento curatorial brasileiro. Mestre em Comunicação, Linguagem e Cultura, vive e trabalha em Belém, onde desenvolve projetos curatoriais, ações formativas e participa de importantes comissões de seleção e júris. Foi curadora educacional do Projeto Arte Pará durante 17 anos, integrou o mapeamento da região Norte para o Rumos Itaú Cultural e realizou curadorias para instituições como Museu Vale, Banco da Amazônia, Centro Cultural São Paulo, Instituto Tomie Ohtake, Instituto Inclusartiz e Bienal das Amazônias.
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Artes Cênicas
Se nas artes visuais o olhar é o ponto de partida, nas artes da cena tudo acontece no encontro. É nele que surgem novas narrativas, diferentes formas de ocupar os espaços e outras maneiras de compreender o mundo. A comissão de Artes Cênicas reflete justamente essa multiplicidade de experiências.
Alexandra Dumas
A professora e pesquisadora Alexandra Dumas leva para a banca uma trajetória dedicada às pedagogias e poéticas negras, às culturas populares e às expressões afro-brasileiras. Baiana da cidade de Prado, é doutora em Artes Cênicas e docente do Departamento de Fundamentos do Teatro e do Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Sua atuação acadêmica e artística tem como eixo a valorização das culturas afro-brasileiras, das brincadeiras populares e das pedagogias negras, contribuindo para ampliar os debates sobre arte, educação e representatividade na cena contemporânea.
Instagram: https://www.instagram.com/xisdumas
Ana Luisa Lima
Reúne mais de três décadas de atuação entre a produção cultural, a formação acadêmica e a gestão pública, contribuindo para a construção de políticas e projetos voltados ao fortalecimento das artes cênicas. Mestre em Bens Culturais e Projetos Sociais pela FGV, especialista em Teoria Literária pela UFRJ e licenciada e bacharel em Artes Cênicas pela UNIRIO, é professora do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ) desde 2004. Ao longo da carreira foi gerente da Rede de Teatros Municipais, subsecretária e secretária municipal de Cultura do Rio de Janeiro, coordenadora da Fábrica de Espetáculos do Theatro Municipal, curadora de projetos nacionais e jurada do Prêmio Shell de Teatro entre 2017 e 2025. Atualmente ocupa a Diretoria de Memória, Pesquisa e Produção de Conteúdos da Funarte.
Cristina Becker
Cristina Becker desenvolve iniciativas ligadas à economia criativa, à cooperação internacional e à formação de lideranças femininas na música e nas artes. Gestora cultural, empreendedora global e curadora, atua há mais de 25 anos nas artes e indústrias criativas. Foi embaixadora da WME e criou o programa ASA, realizado em parceria entre o British Council e o Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia, voltado ao desenvolvimento de mulheres na música. Também integrou a equipe de consultores do MicBR, desenvolve projetos de mentoria e consultoria para organizações públicas e privadas e é diretora artística do Festival Atos de Fala e sócia da Toca & Becker MGMT.
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Fernando Zugno
Fernando Zugno construiu sua trajetória entre a criação artística, a curadoria e a direção de festivais. Há duas décadas atua no Porto Alegre em Cena, do qual foi diretor entre 2016 e 2021. Nos últimos anos ampliou sua atuação para as artes visuais, realizando curadorias em instituições como o MACRS e o Farol Santander. Atualmente é diretor e curador da revista de arte Corpo Futuro e da mostra transdisciplinar MIAC, além de colaborar com diversos festivais e projetos artísticos no Brasil. Em 2020 recebeu o Prêmio Eva Sopher de Destaque Cultural, concedido pela Fundação Theatro São Pedro.
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Eduardo Rieche
Eduardo Rieche é dramaturgo, ator, produtor e pesquisador, com uma trajetória que atravessa teatro, literatura e produção cultural. Formado pela Casa das Artes de Laranjeiras (CAL), soma mais de 35 anos de carreira e recebeu importantes reconhecimentos, como o Prêmio Coca-Cola de Melhor Ator e o Prêmio Shell de Melhor Autor. É autor do musical É Samba na Veia, é Candeia, escreveu, ao lado de Gustavo Gasparani, Fafá de Belém, o Musical e foi finalista do Prêmio Jabuti pela biografia Yara Amaral – A Operária do Teatro. Desde 2014 atua como parecerista do Ministério da Cultura na área de Artes Cênicas e também é psicólogo pela UERJ, bacharel em Comunicação Social pela UFRJ e tradutor de festivais de cinema.
Instagram: https://www.instagram.com/eduardorieche
Nayse Lopez
Nayse Lopez é autora, roteirista, curadora de artes e de conteúdo, com trajetória dedicada à criação, pesquisa e programação cultural. Formada pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), desenvolve projetos que articulam narrativas, audiovisual, literatura e artes cênicas, atuando na curadoria de festivais, mostras e iniciativas culturais. Sua experiência reúne a produção de conteúdo, a escrita e a mediação entre diferentes linguagens artísticas, contribuindo para a construção de programações voltadas ao diálogo entre arte, cultura e sociedade.
Instagram: https://www.instagram.com/nayselopez
Felipe de Assis
Felipe de Assis é curador, pesquisador, gestor cultural e artista da cena, reconhecido pelo trabalho desenvolvido à frente do Festival Internacional de Artes Cênicas da Bahia (FIAC Bahia) e por sua atuação em iniciativas de circulação e cooperação internacional das artes da cena. Mestre e doutorando em Artes Cênicas pela UFBA, atua na criação, curadoria, formação e internacionalização de projetos culturais. Ao longo de sua trajetória colaborou com iniciativas como Rumos Itaú Cultural, Edital Oi Futuro, MITbr, MEXE (Portugal) e o Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga. Também foi diretor artístico do Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia (2023) e diretor executivo da Embaixada Cultural na Casa G20, no Rio de Janeiro (2024).
Instagram: https://www.instagram.com/felipedeassis.art
Música
A música também reúne diferentes maneiras de compreender o Brasil. Da pesquisa acadêmica à produção artística, dos festivais independentes às grandes plataformas culturais, a comissão foi formada por profissionais que acompanham de perto a diversidade de sons, territórios e movimentos que compõem a cena musical brasileira.
Leo Porto
Leo Porto é jornalista, produtor cultural e pesquisador da música brasileira, com atuação voltada à gestão cultural e ao fortalecimento das políticas públicas para a cultura. Atualmente integra a gestão do Hub Cultural Porto Dragão, do Instituto Dragão do Mar, em parceria com a Secretaria da Cultura do Ceará (Secult Ceará), desenvolvendo iniciativas dedicadas à produção, circulação e difusão da música e das artes. Ao longo de sua trajetória, contribui para a articulação entre pesquisa, produção cultural e gestão de projetos voltados à valorização da cultura brasileira.
Instagram: https://www.instagram.com/leoporto_ba
Carlos Albuquerque
Carlos Albuquerque, conhecido como Calbuque, é jornalista, crítico, curador musical, roteirista, radialista, DJ e biólogo marinho. Durante mais de 25 anos atuou no jornal O Globo, passando pelas editorias de Cultura e Ciência como repórter, crítico, redator e editor, além de coordenar as colunas Rio Fanzine e Transcultura. É idealizador e curador do Festival Ultrasonidos, dedicado à música sul-americana, e apresenta o programa homônimo na Rádio UFRJ, consolidando uma trajetória dedicada à pesquisa, difusão e valorização da cultura musical brasileira e latino-americana.
Instagram: https://www.instagram.com/calbuque00
Leo Feijó
Leo Feijó é jornalista, empreendedor cultural e especialista em indústria da música, com uma trajetória dedicada à formação de profissionais, à gestão pública e ao desenvolvimento do mercado musical brasileiro. Mestre em Empreendedorismo Criativo, com ênfase em Indústria da Música, pela Goldsmiths, University of London, é diretor da Escola Música & Negócios, criada em parceria com o Instituto Gênesis da PUC-Rio, e atualmente coordena ações estratégicas na Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro. Foi subsecretário de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, criou espaços culturais como Teatro Odisseia, Cinemathèque e Casa da Matriz, produziu mais de dois mil espetáculos e eventos e é autor do livro “Diversidade na Indústria da Música no Brasil, além de coautor de Rio: Cultura da Noite”.
Instagram: https://www.instagram.com/leofeijorio
Lucas Oliveira
Lucas Oliveira é músico, produtor musical, empresário e empreendedor cultural de Cuiabá (MT). Fundador do Grupo SUMAC, lidera iniciativas como SUMAC Records, Casa SUMAC e Baguncinha, o Festival, fortalecendo a cadeia produtiva da cultura no Centro-Oeste. Com MBA em Gerenciamento de Projetos pela Fundação Getulio Vargas (FGV), já impactou centenas de artistas por meio de eventos, produções, formações e projetos voltados ao desenvolvimento da cena musical independente.
Instagram: https://www.instagram.com/l.oliveira/
Nathalia Grilo
Nathalia Grilo aproxima arte contemporânea, música e pensamento negro em uma prática que articula pesquisa, curadoria e escrita. Curadora, pesquisadora, crítica musical, DJ e poeta, desenvolve investigações sobre sonoridade, imagem e espacialidade, com especial interesse pelas culturas populares, pelo experimentalismo e pelas tradições afro-diaspóricas. Sua trajetória reúne a curadoria de exposições, festivais de música instrumental, projetos interdisciplinares, cursos e programas públicos, priorizando processos de escuta, formação crítica e acompanhamento artístico.
Instagram: https://www.instagram.com/preta.velha
Renée Chalu
Renée Chalu é gestora cultural, curadora e produtora cultural, formada em Comunicação Social com especialização em Marketing de Eventos. É sócia-diretora da Se Rasgum Produções, plataforma cultural da Amazônia que, há mais de duas décadas, desenvolve festivais, conferências e programas dedicados à música, à economia criativa e à internacionalização da cultura amazônica. Também idealiza projetos como o Festival Se Rasgum, ALMA – Amazônia Legal Música & Arte, Festival Sonido, Se Rasgum Gira e o Circuito Mangueirosa de Carnaval, além de integrar redes de cooperação e comissões de seleção no Brasil e no exterior.
Instagram: https://www.instagram.com/reneechalu
Michelly Mury
Michelly Mury é curadora, diretora artística e gestora cultural, com uma trajetória marcada pela valorização da diversidade na cultura brasileira. Atualmente é Label Manager da Altafonte e curadora artística do Festival Feira Preta. Atuou na programação artística da Fundição Progresso e foi coordenadora artística da Casa Natura Musical, em São Paulo. Também integra a equipe de educadores do projeto Sementes – Caminhos para uma Produção Mais Diversa, iniciativa voltada à formação gratuita de artistas e produtores não brancos. Em 2024 foi eleita Profissional do Ano no WME Awards.
Instagram: https://www.instagram.com/michellymury
Chico Dub
Chico Dub é diretor artístico, curador e gestor cultural reconhecido por seu trabalho em festivais e projetos dedicados à experimentação sonora no Brasil e no exterior. É diretor e curador do Festival Novas Frequências, da plataforma Outra Música e dos concertos da Casa Museu Eva Klabin, além de integrar o conselho da Semana Internacional de Música de São Paulo. Eleito pelo British Council como um dos Futuros Líderes Globais, foi diretor artístico do Oi Futuro — atual Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia — e desenvolveu curadorias para instituições e festivais como Bienal de São Paulo, Centro Cultural São Paulo, Sesc, CCBB, Farol Santander, OneBeat Residency, Rio Innovation Week, entre diversos projetos nacionais e internacionais voltados à música contemporânea e à experimentação artística.
Instagram: https://www.instagram.com/chicodub
Toda escolha também conta uma história e a de Brasilidades & Futuros foi construída por pessoas que fazem da arte, da cultura e da pesquisa parte da própria trajetória. Diferentes olhares, diferentes experiências e uma mesma responsabilidade: encontrar projetos que expressem a potência criativa do Brasil.
Evento gratuito em parceria com Museu do Amanhã e Fundação Itaú expande olhar sobre a exposição “Síntese – Arte e Tecnologia” no Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia
No próximo dia 29 de julho, o centro cultural Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia recebe a roda de conversa gratuita “Criação e outras memórias com I.A.”, a partir das 19h. Realizado em parceria com o Museu do Amanhã e a Fundação Itaú, o encontro integra o Programa de Formação: Exposição Síntese – Arte e Tecnologia, ampliando as discussões propostas pela mostra “Síntese – Arte e Tecnologia na Coleção Itaú”, em cartaz no Museu do Amanhã. A conversa propõe refletir sobre como a inteligência artificial pode ser utilizada não apenas como ferramenta técnica, mas também como campo de disputa, fabulação e reconstrução de memórias.
A mesa de debate será composta por nomes como a cientista de dados e especialista em inteligência artificial Zaika dos Santos; o curador Lucas Albuquerque; a artista e pesquisadora Rejane Cantoni; o artista do Laboratório 2050 Gean Lopes; e mediação da coordenadora de Cultura do Petrobras Futuros, Luciana Adão.
“Este programa de formação reflete a convergência de três instituições comprometidas em impulsionar a pesquisa e o desenvolvimento de novas linguagens na intersecção entre arte, ciência e tecnologia. A complementaridade das nossas atuações permite cruzar acervos, reflexões conceituais e experimentação prática, oferecendo ao público um espaço amplo de debate e construção de pensamento crítico”, destaca Carla Uller, diretora de Programas e Projetos do Instituto Futuros.
Para participar do evento, basta retirar os ingressos gratuitos pelo link do Sympla.
Programação formativa vai até setembro
Com uma programação que se estende por diversas datas ao longo dos meses de julho, agosto e setembro, o “Programa de Formação: Exposição Síntese – Arte e Tecnologia” foca na convergência entre arte, tecnologia e ecologia, na gestão de acervos digitais e nos reflexos da inteligência artificial sob a perspectiva do Sul Global. Cada encontro foi pensado de forma independente, permitindo que o público participe de atividades específicas sem a necessidade de frequentar toda a agenda. Após o sucesso do último encontro em 4 de julho no Museu do Amanhã, o calendário segue com a roda de conversa no Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia dia 29 e terá ainda encontros em agosto e setembro, em ambos os locais.
O programa de formação marca também um novo capítulo da parceria entre o Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia e a Fundação Itaú. Em 2025, a instalação imersiva OP_ERA: Sonic Dimension – que integra a coleção de arte cibernética do Acervo Itaú Unibanco, gerido pelo Itaú Cultural – esteve em cartaz no centro cultural. Idealizada pelas artistas e pesquisadoras brasileiras Rejane Cantoni e Daniela Kutschat, a obra promovia “a escuta da imagem e a visualização do som”, unindo tecnologia e arte e convidando o público à interatividade.
“Discutir a tecnologia e as ecologias a partir do Sul Global é um passo fundamental para pensarmos novas humanidades. Precisamos descentralizar a visão sobre as inovações tecnológicas e focar em como elas impactam e refletem as realidades e as urgências do nosso próprio território”, ressalta Milena Godolphim, Coordenadora de Inovação do Museu do Amanhã.
“A potência de unir estas três instituições está justamente em aprofundar de forma qualificada o debate sobre as instigantes obras arte-tecnológicas da Coleção Itaú. Ao criarmos este programa de formação conjunto, fomentamos pesquisas interativas, aproximamos o público das discussões essenciais sobre acervos digitais e garantimos a plena democratização do conhecimento”, reforça Jader Rosa, superintendente do Itaú Cultural.
A exposição itinerante “Síntese – Arte e Tecnologia na Coleção Itaú” no Museu do Amanhã reúne artistas que investigam as profundas relações entre seres humanos, tecnologia e meio ambiente. Composta por um recorte de 12 obras de criadores nacionais e internacionais, a mostra convida o público a interagir com instalações que pedem a troca de dados para revelar suas poéticas, transformando desde letras datilografadas até interações visuais em criaturas artificiais. Com três trabalhos exclusivos na montagem carioca — FALA, de Rejane Cantoni; Robotarium, de Leonel Moura; e Odisseia, de Regina Silveira —, a visitação é uma oportunidade lúdica e científica para refletir sobre a nossa convivência com sistemas cada vez mais complexos.
Mesa de debates: Criação e outras memórias com I.A
Evento gratuito em parceria com Museu do Amanhã e Fundação Itaú expande olhar sobre a exposição “Síntese – Arte e Tecnologia” no Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia
No próximo dia 29 de julho, o centro cultural Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia recebe a roda de conversa gratuita “Criação e outras memórias com I.A.”, a partir das 19h. Realizado em parceria com o Museu do Amanhã e a Fundação Itaú, o encontro integra o Programa de Formação: Exposição Síntese – Arte e Tecnologia, ampliando as discussões propostas pela mostra “Síntese – Arte e Tecnologia na Coleção Itaú”, em cartaz no Museu do Amanhã. A conversa propõe refletir sobre como a inteligência artificial pode ser utilizada não apenas como ferramenta técnica, mas também como campo de disputa, fabulação e reconstrução de memórias.
A mesa de debate será composta por nomes como a cientista de dados e especialista em inteligência artificial Zaika dos Santos; o curador Lucas Albuquerque; a artista e pesquisadora Rejane Cantoni; o artista do Laboratório 2050 Gean Lopes; e mediação da coordenadora de Cultura do Petrobras Futuros, Luciana Adão.
“Este programa de formação reflete a convergência de três instituições comprometidas em impulsionar a pesquisa e o desenvolvimento de novas linguagens na intersecção entre arte, ciência e tecnologia. A complementaridade das nossas atuações permite cruzar acervos, reflexões conceituais e experimentação prática, oferecendo ao público um espaço amplo de debate e construção de pensamento crítico”, destaca Carla Uller, diretora de Programas e Projetos do Instituto Futuros.
Para participar do evento, basta retirar os ingressos gratuitos pelo link do Sympla.
Programação formativa vai até setembro
Com uma programação que se estende por diversas datas ao longo dos meses de julho, agosto e setembro, o “Programa de Formação: Exposição Síntese – Arte e Tecnologia” foca na convergência entre arte, tecnologia e ecologia, na gestão de acervos digitais e nos reflexos da inteligência artificial sob a perspectiva do Sul Global. Cada encontro foi pensado de forma independente, permitindo que o público participe de atividades específicas sem a necessidade de frequentar toda a agenda. Após o sucesso do último encontro em 4 de julho no Museu do Amanhã, o calendário segue com a roda de conversa no Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia dia 29 e terá ainda encontros em agosto e setembro, em ambos os locais.
O programa de formação marca também um novo capítulo da parceria entre o Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia e a Fundação Itaú. Em 2025, a instalação imersiva OP_ERA: Sonic Dimension – que integra a coleção de arte cibernética do Acervo Itaú Unibanco, gerido pelo Itaú Cultural – esteve em cartaz no centro cultural. Idealizada pelas artistas e pesquisadoras brasileiras Rejane Cantoni e Daniela Kutschat, a obra promovia “a escuta da imagem e a visualização do som”, unindo tecnologia e arte e convidando o público à interatividade.
“Discutir a tecnologia e as ecologias a partir do Sul Global é um passo fundamental para pensarmos novas humanidades. Precisamos descentralizar a visão sobre as inovações tecnológicas e focar em como elas impactam e refletem as realidades e as urgências do nosso próprio território”, ressalta Milena Godolphim, Coordenadora de Inovação do Museu do Amanhã.
“A potência de unir estas três instituições está justamente em aprofundar de forma qualificada o debate sobre as instigantes obras arte-tecnológicas da Coleção Itaú. Ao criarmos este programa de formação conjunto, fomentamos pesquisas interativas, aproximamos o público das discussões essenciais sobre acervos digitais e garantimos a plena democratização do conhecimento”, reforça Jader Rosa, superintendente do Itaú Cultural.
A exposição itinerante “Síntese – Arte e Tecnologia na Coleção Itaú” no Museu do Amanhã reúne artistas que investigam as profundas relações entre seres humanos, tecnologia e meio ambiente. Composta por um recorte de 12 obras de criadores nacionais e internacionais, a mostra convida o público a interagir com instalações que pedem a troca de dados para revelar suas poéticas, transformando desde letras datilografadas até interações visuais em criaturas artificiais. Com três trabalhos exclusivos na montagem carioca — FALA, de Rejane Cantoni; Robotarium, de Leonel Moura; e Odisseia, de Regina Silveira —, a visitação é uma oportunidade lúdica e científica para refletir sobre a nossa convivência com sistemas cada vez mais complexos.
Como seria recriar um prédio histórico com as próprias ideias? Essa é a proposta da próxima edição da Estação Educativa, que acontece no dia 18 de julho, das 15h às 16h, no térreo do Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia.
Inspirada na história do edifício que abriga o centro cultural, a atividade “Arquitetos do Futuro” convida crianças, jovens e adultos a conhecerem um pouco mais sobre a trajetória do prédio, construído em 1893. Antes de se tornar um espaço dedicado à arte, à tecnologia e à inovação, o edifício já funcionou como estação telefônica e estação de bondes. Sua configuração atual surgiu a partir de uma reforma realizada em parceria com o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), vizinho do Centro Cultural.
Depois de conhecer essa história, os participantes serão convidados a colocar a criatividade em prática. Com papel, tintas, recortes e colagens, cada pessoa poderá imaginar e construir sua própria versão do espaço, criando maquetes e experimentando conceitos de arquitetura de forma lúdica e colaborativa.
A atividade é gratuita, voltada para todas as idades e integra a programação da Estação Educativa, iniciativa que promove experiências de aprendizado a partir das exposições e da história do Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia.
Arquitetos do Futuro: atividade gratuita transforma visitantes em arquitetos por um dia
Como seria recriar um prédio histórico com as próprias ideias? Essa é a proposta da próxima edição da Estação Educativa, que acontece no dia 18 de julho, das 15h às 16h, no térreo do Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia.
Inspirada na história do edifício que abriga o centro cultural, a atividade “Arquitetos do Futuro” convida crianças, jovens e adultos a conhecerem um pouco mais sobre a trajetória do prédio, construído em 1893. Antes de se tornar um espaço dedicado à arte, à tecnologia e à inovação, o edifício já funcionou como estação telefônica e estação de bondes. Sua configuração atual surgiu a partir de uma reforma realizada em parceria com o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), vizinho do Centro Cultural.
Depois de conhecer essa história, os participantes serão convidados a colocar a criatividade em prática. Com papel, tintas, recortes e colagens, cada pessoa poderá imaginar e construir sua própria versão do espaço, criando maquetes e experimentando conceitos de arquitetura de forma lúdica e colaborativa.
A atividade é gratuita, voltada para todas as idades e integra a programação da Estação Educativa, iniciativa que promove experiências de aprendizado a partir das exposições e da história do Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia.
Uma mesa de piquenique, frutas, sombras e muita imaginação dão vida ao espetáculo infantil Piquenique, que estreia no Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia no dia 11 de julho. Com sessões aos sábados e domingos, às 11h30, a peça fica em cartaz até 26 de julho e convida crianças e adultos para uma experiência divertida e cheia de descobertas.
Na história, Greta é uma cozinheira inteligente, corajosa e dona do próprio destino. Durante uma de suas viagens, ela chega a uma cidade dominada por um tirano e, com criatividade e gentileza, ajuda seus moradores a enfrentar a opressão. Ao longo da aventura, o público também é convidado a refletir, de forma lúdica, sobre sustentabilidade, cuidado com a natureza e empatia.
O cenário é uma mesa de piquenique montada em um jardim, onde objetos do cotidiano, alimentos, projeções de sombras e o trabalho dos atores transformam o palco em diferentes paisagens e personagens. A proposta valoriza a imaginação e mostra como as histórias podem nascer dos elementos mais simples.
Dirigido por Flavio Souza, doutor em teatro e pesquisador da literatura para a cena, o espetáculo tem dramaturgia inspirada em contos populares e histórias de heroínas que desafiam quem tenta controlar seus destinos.
No palco, Carolina Pismel e Paulo Verlings, da Cia Teatro Independente, estreiam juntos no teatro infantil após duas décadas de parceria artística. A montagem também conta com um músico em cena, obteve seis indicações ao prêmio de teatro infantil CBTIJ e foi vencedora nas categorias Melhor Ator e Melhor Atriz.
“Investimos no teatro infantil como um importante espaço de reflexão, formação de público e uma experiência que, por meio da arte, permite que crianças e suas famílias descubram e vivam novas perspectivas, realidades e emoções. Ao receber um espetáculo como ‘Piquenique’, esperamos proporcionar ao público do Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia uma história de imaginação, coragem, e empatia”, ressalta o gerente de cultura do Instituto Futuros, Victor D’Almeida.
Ficha técnica
Elenco: Carolina Pismel e Paulo Verlings
Direção: Flavio Souza
Dramaturgia: Marcéli Torquato e Flavio Souza
Músico: Raoni da Silva
Direção Musical e Composições Originais: Guilherme Miranda
Cenário: Mina Quental e Flávio Souza
Iluminação: Luiz Paulo Neném
Figurinos: Flavio Souza
Fotos: Elisa Mendes
Instagram: @piqueniqueteatro
“Piquenique” estreia no Teatro Petrobras Futuros com diversão para toda a família
Uma mesa de piquenique, frutas, sombras e muita imaginação dão vida ao espetáculo infantil Piquenique, que estreia no Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia no dia 11 de julho. Com sessões aos sábados e domingos, às 11h30, a peça fica em cartaz até 26 de julho e convida crianças e adultos para uma experiência divertida e cheia de descobertas.
Na história, Greta é uma cozinheira inteligente, corajosa e dona do próprio destino. Durante uma de suas viagens, ela chega a uma cidade dominada por um tirano e, com criatividade e gentileza, ajuda seus moradores a enfrentar a opressão. Ao longo da aventura, o público também é convidado a refletir, de forma lúdica, sobre sustentabilidade, cuidado com a natureza e empatia.
O cenário é uma mesa de piquenique montada em um jardim, onde objetos do cotidiano, alimentos, projeções de sombras e o trabalho dos atores transformam o palco em diferentes paisagens e personagens. A proposta valoriza a imaginação e mostra como as histórias podem nascer dos elementos mais simples.
Dirigido por Flavio Souza, doutor em teatro e pesquisador da literatura para a cena, o espetáculo tem dramaturgia inspirada em contos populares e histórias de heroínas que desafiam quem tenta controlar seus destinos.
No palco, Carolina Pismel e Paulo Verlings, da Cia Teatro Independente, estreiam juntos no teatro infantil após duas décadas de parceria artística. A montagem também conta com um músico em cena, obteve seis indicações ao prêmio de teatro infantil CBTIJ e foi vencedora nas categorias Melhor Ator e Melhor Atriz.
“Investimos no teatro infantil como um importante espaço de reflexão, formação de público e uma experiência que, por meio da arte, permite que crianças e suas famílias descubram e vivam novas perspectivas, realidades e emoções. Ao receber um espetáculo como ‘Piquenique’, esperamos proporcionar ao público do Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia uma história de imaginação, coragem, e empatia”, ressalta o gerente de cultura do Instituto Futuros, Victor D’Almeida.
Ficha técnica
Elenco: Carolina Pismel e Paulo Verlings
Direção: Flavio Souza
Dramaturgia: Marcéli Torquato e Flavio Souza
Músico: Raoni da Silva
Direção Musical e Composições Originais: Guilherme Miranda
Cenário: Mina Quental e Flávio Souza
Iluminação: Luiz Paulo Neném
Figurinos: Flavio Souza
Fotos: Elisa Mendes
Instagram: @piqueniqueteatro
Conheça os projetos que vão ocupar o nosso centro cultural entre agosto de 2026 e maio de 2027
A curadoria, composta pelos 30 projetos de Artes Cênicas, Artes Visuais e Música, contará com exposições, instalações imersivas, shows musicais e performances, além de espetáculos teatrais adultos e infantis. O conjunto selecionado promove um encontro de produções artísticas das cinco regiões do país, com a presença de 12 estados brasileiros.
Nas Artes Cênicas, destaca-se uma cena contemporânea que rompe com as fronteiras entre teatro, artes visuais e tecnologias digitais. Os roteiros apresentarão temas como crise ambiental, ancestralidade afrodiaspórica e diversas leituras sobre o Brasil. A seleção inclui obras teatrais que utilizam realidade virtual, videomapping e sensores, além de projetos que integram, de modo orgânico, a acessibilidade à dramaturgia. As oito temporadas teatrais preveem obras para o público adulto e infantil.
Nas Artes Visuais, as exposições enfocam narrativas decoloniais e afroindígenas, com forte presença da liderança feminina nas produções selecionadas. Em linha com o perfil curatorial do Petrobras Futuros, os seis projetos escolhidos exploram o hibridismo das linguagens artísticas em diversas práticas, incluindo instalação multimídia, pintura, escultura e fotografia.
Na Música, a programação apresenta as múltiplas sonoridades brasileiras e pesquisas acústicas, priorizando territórios periféricos, marginais e não hegemônicos. Um line-up de 16 artistas ou bandas se apresentará em quatro festivais de música instrumental contemporânea, realizados no Petrobras Futuros. Afrobeat, free jazz, hip hop, funk e música eletrônica são alguns dos gêneros que comporão os festivais.
“A nova programação do Petrobras Futuros apresentará projetos artísticos que dialogam com as grandes questões do mundo a partir das identidades brasileiras, que são diversas e se renovam continuamente. O público no Rio de Janeiro terá acesso a um conjunto pulsante de obras que atualizam e inovam nossas perspectivas sobre o que é o Brasil. Queremos que nosso espaço seja um lugar onde os diversos Brasis possam se ver, se reconhecer e se encontrar por meio da arte e da inovação”, afirma Carla Uller, diretora de Programas e Projetos do Instituto Futuros.
Para conhecer os projetos que vão ocupar o nosso centro cultural entre agosto de 2026 e maio de 2027, clique AQUI!
A chamada pública “Brasilidades & Futuros” é parte dos projetos “Brasilidades e Futuros – Artes Cênicas”, “Brasilidades e Futuros – Artes Visuais” e “Brasilidades e Futuros – Música”, patrocinados pela Petrobras com realização pelo Ministério da Cultura, via Lei Rouanet, e conta com a gestão do Instituto Futuros.
Brasilidades & Futuros: descubra os selecionados na chamada pública
Conheça os projetos que vão ocupar o nosso centro cultural entre agosto de 2026 e maio de 2027
A curadoria, composta pelos 30 projetos de Artes Cênicas, Artes Visuais e Música, contará com exposições, instalações imersivas, shows musicais e performances, além de espetáculos teatrais adultos e infantis. O conjunto selecionado promove um encontro de produções artísticas das cinco regiões do país, com a presença de 12 estados brasileiros.
Nas Artes Cênicas, destaca-se uma cena contemporânea que rompe com as fronteiras entre teatro, artes visuais e tecnologias digitais. Os roteiros apresentarão temas como crise ambiental, ancestralidade afrodiaspórica e diversas leituras sobre o Brasil. A seleção inclui obras teatrais que utilizam realidade virtual, videomapping e sensores, além de projetos que integram, de modo orgânico, a acessibilidade à dramaturgia. As oito temporadas teatrais preveem obras para o público adulto e infantil.
Nas Artes Visuais, as exposições enfocam narrativas decoloniais e afroindígenas, com forte presença da liderança feminina nas produções selecionadas. Em linha com o perfil curatorial do Petrobras Futuros, os seis projetos escolhidos exploram o hibridismo das linguagens artísticas em diversas práticas, incluindo instalação multimídia, pintura, escultura e fotografia.
Na Música, a programação apresenta as múltiplas sonoridades brasileiras e pesquisas acústicas, priorizando territórios periféricos, marginais e não hegemônicos. Um line-up de 16 artistas ou bandas se apresentará em quatro festivais de música instrumental contemporânea, realizados no Petrobras Futuros. Afrobeat, free jazz, hip hop, funk e música eletrônica são alguns dos gêneros que comporão os festivais.
“A nova programação do Petrobras Futuros apresentará projetos artísticos que dialogam com as grandes questões do mundo a partir das identidades brasileiras, que são diversas e se renovam continuamente. O público no Rio de Janeiro terá acesso a um conjunto pulsante de obras que atualizam e inovam nossas perspectivas sobre o que é o Brasil. Queremos que nosso espaço seja um lugar onde os diversos Brasis possam se ver, se reconhecer e se encontrar por meio da arte e da inovação”, afirma Carla Uller, diretora de Programas e Projetos do Instituto Futuros.
Para conhecer os projetos que vão ocupar o nosso centro cultural entre agosto de 2026 e maio de 2027, clique AQUI!
A chamada pública “Brasilidades & Futuros” é parte dos projetos “Brasilidades e Futuros – Artes Cênicas”, “Brasilidades e Futuros – Artes Visuais” e “Brasilidades e Futuros – Música”, patrocinados pela Petrobras com realização pelo Ministério da Cultura, via Lei Rouanet, e conta com a gestão do Instituto Futuros.
Teatro
Uma mesa de piquenique, frutas, sombras e muita imaginação dão vida ao espetáculo infantil Piquenique, que estreia no Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia no dia 11 de julho. Com sessões aos sábados e domingos, às 11h30, a peça fica em cartaz até 26 de julho e convida crianças e adultos para uma experiência divertida e cheia de descobertas.
Na história, Greta é uma cozinheira inteligente, corajosa e dona do próprio destino. Durante uma de suas viagens, ela chega a uma cidade dominada por um tirano e, com criatividade e gentileza, ajuda seus moradores a enfrentar a opressão. Ao longo da aventura, o público também é convidado a refletir, de forma lúdica, sobre sustentabilidade, cuidado com a natureza e empatia.
O cenário é uma mesa de piquenique montada em um jardim, onde objetos do cotidiano, alimentos, projeções de sombras e o trabalho dos atores transformam o palco em diferentes paisagens e personagens. A proposta valoriza a imaginação e mostra como as histórias podem nascer dos elementos mais simples.
Dirigido por Flavio Souza, doutor em teatro e pesquisador da literatura para a cena, o espetáculo tem dramaturgia inspirada em contos populares e histórias de heroínas que desafiam quem tenta controlar seus destinos.
No palco, Carolina Pismel e Paulo Verlings, da Cia Teatro Independente, estreiam juntos no teatro infantil após duas décadas de parceria artística. A montagem também conta com um músico em cena, obteve seis indicações ao prêmio de teatro infantil CBTIJ e foi vencedora nas categorias Melhor Ator e Melhor Atriz.
“Investimos no teatro infantil como um importante espaço de reflexão, formação de público e uma experiência que, por meio da arte, permite que crianças e suas famílias descubram e vivam novas perspectivas, realidades e emoções. Ao receber um espetáculo como ‘Piquenique’, esperamos proporcionar ao público do Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia uma história de imaginação, coragem, e empatia”, ressalta o gerente de cultura do Instituto Futuros, Victor D’Almeida.
Ficha técnica
Elenco: Carolina Pismel e Paulo Verlings
Direção: Flavio Souza
Dramaturgia: Marcéli Torquato e Flavio Souza
Músico: Raoni da Silva
Direção Musical e Composições Originais: Guilherme Miranda
Cenário: Mina Quental e Flávio Souza
Iluminação: Luiz Paulo Neném
Figurinos: Flavio Souza
Fotos: Elisa Mendes
Instagram: @piqueniqueteatro
“Piquenique” estreia no Teatro Petrobras Futuros com diversão para toda a família
Uma mesa de piquenique, frutas, sombras e muita imaginação dão vida ao espetáculo infantil Piquenique, que estreia no Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia no dia 11 de julho. Com sessões aos sábados e domingos, às 11h30, a peça fica em cartaz até 26 de julho e convida crianças e adultos para uma experiência divertida e cheia de descobertas.
Na história, Greta é uma cozinheira inteligente, corajosa e dona do próprio destino. Durante uma de suas viagens, ela chega a uma cidade dominada por um tirano e, com criatividade e gentileza, ajuda seus moradores a enfrentar a opressão. Ao longo da aventura, o público também é convidado a refletir, de forma lúdica, sobre sustentabilidade, cuidado com a natureza e empatia.
O cenário é uma mesa de piquenique montada em um jardim, onde objetos do cotidiano, alimentos, projeções de sombras e o trabalho dos atores transformam o palco em diferentes paisagens e personagens. A proposta valoriza a imaginação e mostra como as histórias podem nascer dos elementos mais simples.
Dirigido por Flavio Souza, doutor em teatro e pesquisador da literatura para a cena, o espetáculo tem dramaturgia inspirada em contos populares e histórias de heroínas que desafiam quem tenta controlar seus destinos.
No palco, Carolina Pismel e Paulo Verlings, da Cia Teatro Independente, estreiam juntos no teatro infantil após duas décadas de parceria artística. A montagem também conta com um músico em cena, obteve seis indicações ao prêmio de teatro infantil CBTIJ e foi vencedora nas categorias Melhor Ator e Melhor Atriz.
“Investimos no teatro infantil como um importante espaço de reflexão, formação de público e uma experiência que, por meio da arte, permite que crianças e suas famílias descubram e vivam novas perspectivas, realidades e emoções. Ao receber um espetáculo como ‘Piquenique’, esperamos proporcionar ao público do Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia uma história de imaginação, coragem, e empatia”, ressalta o gerente de cultura do Instituto Futuros, Victor D’Almeida.
Ficha técnica
Elenco: Carolina Pismel e Paulo Verlings
Direção: Flavio Souza
Dramaturgia: Marcéli Torquato e Flavio Souza
Músico: Raoni da Silva
Direção Musical e Composições Originais: Guilherme Miranda
Cenário: Mina Quental e Flávio Souza
Iluminação: Luiz Paulo Neném
Figurinos: Flavio Souza
Fotos: Elisa Mendes
Instagram: @piqueniqueteatro
A Definitiva Cia. de Teatro celebra 18 anos de trajetória com uma ocupação no Teatro Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia, entre os dias 8 e 30 de julho. Pela primeira vez, a companhia reúne em uma mesma programação os três espetáculos que integram a pesquisa Exercícios de Atuação, desenvolvida desde 2021 e dedicada à investigação da presença do ator e do jogo como elementos centrais da criação cênica.
Mais do que marcar um aniversário, a ocupação abre ao público um recorte desse processo de pesquisa. Ao longo de quatro semanas, serão apresentados O Princípio da Incerteza, O Susto e Elipse, três montagens que nasceram de uma mesma investigação, mas seguem caminhos distintos na construção da cena.
A programação começa com O Princípio da Incerteza, espetáculo que parte da relação entre dois irmãos para abordar temas como rivalidade, afeto e memória. Com dramaturgia de Rosyane Trotta e direção de Jefferson Almeida, a montagem combina referências da mitologia, da literatura e das experiências pessoais dos atores João Vítor Novaes e Marcelo de Paula.
Na semana seguinte, O Susto transforma lembranças, perdas e passagens da vida em material cênico. Idealizado por Tamires Nascimento, com dramaturgia de Livs e direção de Jefferson Almeida, o espetáculo atravessa o luto sem abandonar o humor e encontra no gurufim, tradicional velório festivo de matriz afro-brasileira, uma forma de celebrar a vida e os encontros.
Encerrando a ocupação, Elipse volta o olhar para os bastidores do teatro. Escrito e interpretado por Livs, o espetáculo revela os processos, as escolhas e o trabalho coletivo que sustentam uma montagem, aproximando o público daquilo que normalmente permanece fora de cena.
Fundada em 2008 na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), a Definitiva Cia. de Teatro desenvolve pesquisas em teatro, música e dramaturgia contemporânea. Ao reunir os três espetáculos da série Exercícios de Atuação, a ocupação permite acompanhar diferentes desdobramentos de uma investigação que tem a atuação como ponto de partida e reafirma a pesquisa artística como um espaço permanente de criação.
Definitiva Cia. de Teatro comemora 18 anos com a encenação de três espetáculos no Teatro Petrobras Futuros
A Definitiva Cia. de Teatro celebra 18 anos de trajetória com uma ocupação no Teatro Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia, entre os dias 8 e 30 de julho. Pela primeira vez, a companhia reúne em uma mesma programação os três espetáculos que integram a pesquisa Exercícios de Atuação, desenvolvida desde 2021 e dedicada à investigação da presença do ator e do jogo como elementos centrais da criação cênica.
Mais do que marcar um aniversário, a ocupação abre ao público um recorte desse processo de pesquisa. Ao longo de quatro semanas, serão apresentados O Princípio da Incerteza, O Susto e Elipse, três montagens que nasceram de uma mesma investigação, mas seguem caminhos distintos na construção da cena.
A programação começa com O Princípio da Incerteza, espetáculo que parte da relação entre dois irmãos para abordar temas como rivalidade, afeto e memória. Com dramaturgia de Rosyane Trotta e direção de Jefferson Almeida, a montagem combina referências da mitologia, da literatura e das experiências pessoais dos atores João Vítor Novaes e Marcelo de Paula.
Na semana seguinte, O Susto transforma lembranças, perdas e passagens da vida em material cênico. Idealizado por Tamires Nascimento, com dramaturgia de Livs e direção de Jefferson Almeida, o espetáculo atravessa o luto sem abandonar o humor e encontra no gurufim, tradicional velório festivo de matriz afro-brasileira, uma forma de celebrar a vida e os encontros.
Encerrando a ocupação, Elipse volta o olhar para os bastidores do teatro. Escrito e interpretado por Livs, o espetáculo revela os processos, as escolhas e o trabalho coletivo que sustentam uma montagem, aproximando o público daquilo que normalmente permanece fora de cena.
Fundada em 2008 na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), a Definitiva Cia. de Teatro desenvolve pesquisas em teatro, música e dramaturgia contemporânea. Ao reunir os três espetáculos da série Exercícios de Atuação, a ocupação permite acompanhar diferentes desdobramentos de uma investigação que tem a atuação como ponto de partida e reafirma a pesquisa artística como um espaço permanente de criação.
Programa Educativo
Como seria recriar um prédio histórico com as próprias ideias? Essa é a proposta da próxima edição da Estação Educativa, que acontece no dia 18 de julho, das 15h às 16h, no térreo do Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia.
Inspirada na história do edifício que abriga o centro cultural, a atividade “Arquitetos do Futuro” convida crianças, jovens e adultos a conhecerem um pouco mais sobre a trajetória do prédio, construído em 1893. Antes de se tornar um espaço dedicado à arte, à tecnologia e à inovação, o edifício já funcionou como estação telefônica e estação de bondes. Sua configuração atual surgiu a partir de uma reforma realizada em parceria com o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), vizinho do Centro Cultural.
Depois de conhecer essa história, os participantes serão convidados a colocar a criatividade em prática. Com papel, tintas, recortes e colagens, cada pessoa poderá imaginar e construir sua própria versão do espaço, criando maquetes e experimentando conceitos de arquitetura de forma lúdica e colaborativa.
A atividade é gratuita, voltada para todas as idades e integra a programação da Estação Educativa, iniciativa que promove experiências de aprendizado a partir das exposições e da história do Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia.
Arquitetos do Futuro: atividade gratuita transforma visitantes em arquitetos por um dia
Como seria recriar um prédio histórico com as próprias ideias? Essa é a proposta da próxima edição da Estação Educativa, que acontece no dia 18 de julho, das 15h às 16h, no térreo do Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia.
Inspirada na história do edifício que abriga o centro cultural, a atividade “Arquitetos do Futuro” convida crianças, jovens e adultos a conhecerem um pouco mais sobre a trajetória do prédio, construído em 1893. Antes de se tornar um espaço dedicado à arte, à tecnologia e à inovação, o edifício já funcionou como estação telefônica e estação de bondes. Sua configuração atual surgiu a partir de uma reforma realizada em parceria com o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), vizinho do Centro Cultural.
Depois de conhecer essa história, os participantes serão convidados a colocar a criatividade em prática. Com papel, tintas, recortes e colagens, cada pessoa poderá imaginar e construir sua própria versão do espaço, criando maquetes e experimentando conceitos de arquitetura de forma lúdica e colaborativa.
A atividade é gratuita, voltada para todas as idades e integra a programação da Estação Educativa, iniciativa que promove experiências de aprendizado a partir das exposições e da história do Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia.
Outros Eventos
Por trás de cada projeto selecionado, há profissionais com diferentes histórias, experiências e olhares sobre a cultura brasileira. Conheça quem fez parte desse processo!
Quando o resultado de um edital é divulgado, o público conhece os projetos escolhidos. O que nem sempre aparece é o caminho percorrido até essa decisão.
No edital Brasilidades & Futuros, cada proposta passou por um processo de leitura, análise e diálogo conduzido por uma comissão formada por profissionais de diferentes áreas da cultura. Curadores, artistas, pesquisadores, produtores e gestores culturais colocaram suas experiências em perspectiva para avaliar projetos que refletem a diversidade da produção artística brasileira.
Vindos de diferentes regiões do país, os integrantes da banca compartilham trajetórias construídas em universidades, museus, festivais, instituições culturais e espaços independentes. São profissionais que acompanham de perto as transformações da arte contemporânea e ajudam, diariamente, a ampliar os espaços de criação, pesquisa e circulação da cultura.
Mais do que reunir especialistas, esta seleção reuniu diferentes maneiras de olhar para a arte. E foi justamente desse encontro de experiências que nasceram as escolhas que deram forma ao resultado do edital.
Artes Visuais
Nas Artes Visuais, a diversidade começa pela própria composição da comissão. Os profissionais que participaram da seleção desenvolvem pesquisas e projetos que atravessam temas como ancestralidade, tecnologia, educação, território, meio ambiente e novas formas de pensar a arte contemporânea.
Keyna Eleison
A curadora Keyna Eleison leva para a banca uma trajetória marcada pelo diálogo entre arte, filosofia e saberes ancestrais. Curadora, escritora, pesquisadora, herdeira Griot e xamã, é mestre em História da Arte, especialista em História e Arquitetura pela PUC-Rio e bacharel em Filosofia pela UFRJ. Foi gerente dos centros culturais do Município do Rio de Janeiro, coordenadora pedagógica da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, diretora artística do MAM Rio e curadora da primeira Bienal da Amazônia. Atualmente é diretora artística e de educação da Bienal da Amazônia e co-curadora At Large da 36ª Bienal de São Paulo, desenvolvendo projetos voltados à curadoria, à educação e à valorização dos saberes ancestrais na arte contemporânea.
Instagram: https://www.instagram.com/keynaeleison
Gabriel Cevallos
Gabriel Cevallos desenvolve projetos que aproximam artes visuais, música, audiovisual e tecnologias emergentes, construindo pontes entre diferentes linguagens e processos criativos. Graduado em Cinema e Produção Audiovisual pela PUCRS, pós-graduado em Práticas Curatoriais e mestre em Artes Visuais pela UFRGS, é idealizador e curador do festival Kino Beat desde 2009. Sua trajetória reúne experiências em curadoria de arte sonora e digital, programação musical, planejamento de eventos, articulação institucional e cooperação internacional. Em 2020 recebeu o Prêmio Açorianos de Artes Plásticas nas categorias Destaque em Curadoria e Ações de Inovação e Difusão.
Instagram: https://www.instagram.com/cevallosss
Lilian Fraiji
Lilian Fraiji conecta arte, ecologia, ciência e os saberes da Amazônia em uma trajetória construída entre o Brasil e o exterior. Curadora, pesquisadora e produtora cultural amazônida, é especialista em Gestão e Políticas Culturais pela Universidade de Barcelona e mestre em Curadoria e Práticas Culturais pela Universidade Ramon Llull, na Espanha. É cofundadora da plataforma internacional LABVERDE, dedicada às relações entre arte, ecologia, ciência e saberes ancestrais. Ao longo da carreira, desenvolveu exposições, festivais e projetos em instituições da América Latina, Europa e Estados Unidos, consolidando pesquisas voltadas às mudanças climáticas, justiça ambiental e ecossistemas vivos.
Instagram: https://www.instagram.com/lilianfraiji
Bernardo Marques-Baptista
Bernardo Marques-Baptista dedica sua pesquisa às relações entre arte e tecnologias contemporâneas. Doutor em História da Arte e mestre em Artes pela UERJ, é bacharel em Produção Cultural pela UFF. Atua como pesquisador, produtor cultural e curador independente, desenvolvendo projetos que dialogam com tecnologias digitais, sociais e ancestrais. É pesquisador associado do Laboratório de Artes e Políticas da Alteridade e do Museu AfroDigital, ambos da UERJ, além de professor substituto no Departamento de Teoria e História da Arte da universidade e pesquisador bolsista da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (FAPES).
Instagram: https://www.instagram.com/bmarques.arts
Leonardo Moraes
Leonardo Moraes é artista, educador, pesquisador e curador, com atuação nas interfaces entre cultura, educação, acessibilidade, tecnologias, raça, gênero e territorialidade. Licenciado em Música pelo Conservatório Brasileiro de Música, especialista em Gestão Cultural pela PUC-Rio, mestre e doutor pela UFRJ, é membro fundador do Grupo de Estudos e Pesquisa Etnomusicológica NEGÔ. Atua no Programa Cultura do Sesc Nacional, é diretor de ações educativas da BATEKOO e colaborador do PROEMUS/UNIRIO. Também participou da curadoria de exposições no Museu de Arte do Rio, Museu das Favelas, Sesc Belenzinho e atualmente integra a curadoria da residência artística do projeto UPLOAD, do Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia.
Instagram: https://www.instagram.com/leomoraes22
João Paulo Quintella
João Paulo Quintella desenvolve pesquisas voltadas às relações entre arte, espaço e experiência. Curador independente, coordena atualmente o programa cultural da Fundação Suíça Pro Helvetia no Brasil e integra a curadoria do projeto arte_passagem. Mestre em Processos Artísticos Contemporâneos pela UERJ, já atuou em projetos como Permanências e Destruições, Remanso, Céu Aberto e Suposto Sul – Suposto Norte, além de integrar a equipe de pesquisa e curadoria da Casa França-Brasil. Também publica textos sobre arte em veículos especializados como Select, Canal Contemporâneo e Edições Sesc São Paulo.
Instagram: https://www.instagram.com/joaopauloquintella
Vânia Leal
Vânia Leal é pesquisadora e curadora paraense que há décadas contribui para fortalecer a produção artística da região Norte e o pensamento curatorial brasileiro. Mestre em Comunicação, Linguagem e Cultura, vive e trabalha em Belém, onde desenvolve projetos curatoriais, ações formativas e participa de importantes comissões de seleção e júris. Foi curadora educacional do Projeto Arte Pará durante 17 anos, integrou o mapeamento da região Norte para o Rumos Itaú Cultural e realizou curadorias para instituições como Museu Vale, Banco da Amazônia, Centro Cultural São Paulo, Instituto Tomie Ohtake, Instituto Inclusartiz e Bienal das Amazônias.
Instagram: https://www.instagram.com/vanialleal
Artes Cênicas
Se nas artes visuais o olhar é o ponto de partida, nas artes da cena tudo acontece no encontro. É nele que surgem novas narrativas, diferentes formas de ocupar os espaços e outras maneiras de compreender o mundo. A comissão de Artes Cênicas reflete justamente essa multiplicidade de experiências.
Alexandra Dumas
A professora e pesquisadora Alexandra Dumas leva para a banca uma trajetória dedicada às pedagogias e poéticas negras, às culturas populares e às expressões afro-brasileiras. Baiana da cidade de Prado, é doutora em Artes Cênicas e docente do Departamento de Fundamentos do Teatro e do Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Sua atuação acadêmica e artística tem como eixo a valorização das culturas afro-brasileiras, das brincadeiras populares e das pedagogias negras, contribuindo para ampliar os debates sobre arte, educação e representatividade na cena contemporânea.
Instagram: https://www.instagram.com/xisdumas
Ana Luisa Lima
Reúne mais de três décadas de atuação entre a produção cultural, a formação acadêmica e a gestão pública, contribuindo para a construção de políticas e projetos voltados ao fortalecimento das artes cênicas. Mestre em Bens Culturais e Projetos Sociais pela FGV, especialista em Teoria Literária pela UFRJ e licenciada e bacharel em Artes Cênicas pela UNIRIO, é professora do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ) desde 2004. Ao longo da carreira foi gerente da Rede de Teatros Municipais, subsecretária e secretária municipal de Cultura do Rio de Janeiro, coordenadora da Fábrica de Espetáculos do Theatro Municipal, curadora de projetos nacionais e jurada do Prêmio Shell de Teatro entre 2017 e 2025. Atualmente ocupa a Diretoria de Memória, Pesquisa e Produção de Conteúdos da Funarte.
Cristina Becker
Cristina Becker desenvolve iniciativas ligadas à economia criativa, à cooperação internacional e à formação de lideranças femininas na música e nas artes. Gestora cultural, empreendedora global e curadora, atua há mais de 25 anos nas artes e indústrias criativas. Foi embaixadora da WME e criou o programa ASA, realizado em parceria entre o British Council e o Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia, voltado ao desenvolvimento de mulheres na música. Também integrou a equipe de consultores do MicBR, desenvolve projetos de mentoria e consultoria para organizações públicas e privadas e é diretora artística do Festival Atos de Fala e sócia da Toca & Becker MGMT.
Instagram: https://www.instagram.com/cristinabbecker
Fernando Zugno
Fernando Zugno construiu sua trajetória entre a criação artística, a curadoria e a direção de festivais. Há duas décadas atua no Porto Alegre em Cena, do qual foi diretor entre 2016 e 2021. Nos últimos anos ampliou sua atuação para as artes visuais, realizando curadorias em instituições como o MACRS e o Farol Santander. Atualmente é diretor e curador da revista de arte Corpo Futuro e da mostra transdisciplinar MIAC, além de colaborar com diversos festivais e projetos artísticos no Brasil. Em 2020 recebeu o Prêmio Eva Sopher de Destaque Cultural, concedido pela Fundação Theatro São Pedro.
Instagram: https://www.instagram.com/ferzugno
Eduardo Rieche
Eduardo Rieche é dramaturgo, ator, produtor e pesquisador, com uma trajetória que atravessa teatro, literatura e produção cultural. Formado pela Casa das Artes de Laranjeiras (CAL), soma mais de 35 anos de carreira e recebeu importantes reconhecimentos, como o Prêmio Coca-Cola de Melhor Ator e o Prêmio Shell de Melhor Autor. É autor do musical É Samba na Veia, é Candeia, escreveu, ao lado de Gustavo Gasparani, Fafá de Belém, o Musical e foi finalista do Prêmio Jabuti pela biografia Yara Amaral – A Operária do Teatro. Desde 2014 atua como parecerista do Ministério da Cultura na área de Artes Cênicas e também é psicólogo pela UERJ, bacharel em Comunicação Social pela UFRJ e tradutor de festivais de cinema.
Instagram: https://www.instagram.com/eduardorieche
Nayse Lopez
Nayse Lopez é autora, roteirista, curadora de artes e de conteúdo, com trajetória dedicada à criação, pesquisa e programação cultural. Formada pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), desenvolve projetos que articulam narrativas, audiovisual, literatura e artes cênicas, atuando na curadoria de festivais, mostras e iniciativas culturais. Sua experiência reúne a produção de conteúdo, a escrita e a mediação entre diferentes linguagens artísticas, contribuindo para a construção de programações voltadas ao diálogo entre arte, cultura e sociedade.
Instagram: https://www.instagram.com/nayselopez
Felipe de Assis
Felipe de Assis é curador, pesquisador, gestor cultural e artista da cena, reconhecido pelo trabalho desenvolvido à frente do Festival Internacional de Artes Cênicas da Bahia (FIAC Bahia) e por sua atuação em iniciativas de circulação e cooperação internacional das artes da cena. Mestre e doutorando em Artes Cênicas pela UFBA, atua na criação, curadoria, formação e internacionalização de projetos culturais. Ao longo de sua trajetória colaborou com iniciativas como Rumos Itaú Cultural, Edital Oi Futuro, MITbr, MEXE (Portugal) e o Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga. Também foi diretor artístico do Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia (2023) e diretor executivo da Embaixada Cultural na Casa G20, no Rio de Janeiro (2024).
Instagram: https://www.instagram.com/felipedeassis.art
Música
A música também reúne diferentes maneiras de compreender o Brasil. Da pesquisa acadêmica à produção artística, dos festivais independentes às grandes plataformas culturais, a comissão foi formada por profissionais que acompanham de perto a diversidade de sons, territórios e movimentos que compõem a cena musical brasileira.
Leo Porto
Leo Porto é jornalista, produtor cultural e pesquisador da música brasileira, com atuação voltada à gestão cultural e ao fortalecimento das políticas públicas para a cultura. Atualmente integra a gestão do Hub Cultural Porto Dragão, do Instituto Dragão do Mar, em parceria com a Secretaria da Cultura do Ceará (Secult Ceará), desenvolvendo iniciativas dedicadas à produção, circulação e difusão da música e das artes. Ao longo de sua trajetória, contribui para a articulação entre pesquisa, produção cultural e gestão de projetos voltados à valorização da cultura brasileira.
Instagram: https://www.instagram.com/leoporto_ba
Carlos Albuquerque
Carlos Albuquerque, conhecido como Calbuque, é jornalista, crítico, curador musical, roteirista, radialista, DJ e biólogo marinho. Durante mais de 25 anos atuou no jornal O Globo, passando pelas editorias de Cultura e Ciência como repórter, crítico, redator e editor, além de coordenar as colunas Rio Fanzine e Transcultura. É idealizador e curador do Festival Ultrasonidos, dedicado à música sul-americana, e apresenta o programa homônimo na Rádio UFRJ, consolidando uma trajetória dedicada à pesquisa, difusão e valorização da cultura musical brasileira e latino-americana.
Instagram: https://www.instagram.com/calbuque00
Leo Feijó
Leo Feijó é jornalista, empreendedor cultural e especialista em indústria da música, com uma trajetória dedicada à formação de profissionais, à gestão pública e ao desenvolvimento do mercado musical brasileiro. Mestre em Empreendedorismo Criativo, com ênfase em Indústria da Música, pela Goldsmiths, University of London, é diretor da Escola Música & Negócios, criada em parceria com o Instituto Gênesis da PUC-Rio, e atualmente coordena ações estratégicas na Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro. Foi subsecretário de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, criou espaços culturais como Teatro Odisseia, Cinemathèque e Casa da Matriz, produziu mais de dois mil espetáculos e eventos e é autor do livro “Diversidade na Indústria da Música no Brasil, além de coautor de Rio: Cultura da Noite”.
Instagram: https://www.instagram.com/leofeijorio
Lucas Oliveira
Lucas Oliveira é músico, produtor musical, empresário e empreendedor cultural de Cuiabá (MT). Fundador do Grupo SUMAC, lidera iniciativas como SUMAC Records, Casa SUMAC e Baguncinha, o Festival, fortalecendo a cadeia produtiva da cultura no Centro-Oeste. Com MBA em Gerenciamento de Projetos pela Fundação Getulio Vargas (FGV), já impactou centenas de artistas por meio de eventos, produções, formações e projetos voltados ao desenvolvimento da cena musical independente.
Instagram: https://www.instagram.com/l.oliveira/
Nathalia Grilo
Nathalia Grilo aproxima arte contemporânea, música e pensamento negro em uma prática que articula pesquisa, curadoria e escrita. Curadora, pesquisadora, crítica musical, DJ e poeta, desenvolve investigações sobre sonoridade, imagem e espacialidade, com especial interesse pelas culturas populares, pelo experimentalismo e pelas tradições afro-diaspóricas. Sua trajetória reúne a curadoria de exposições, festivais de música instrumental, projetos interdisciplinares, cursos e programas públicos, priorizando processos de escuta, formação crítica e acompanhamento artístico.
Instagram: https://www.instagram.com/preta.velha
Renée Chalu
Renée Chalu é gestora cultural, curadora e produtora cultural, formada em Comunicação Social com especialização em Marketing de Eventos. É sócia-diretora da Se Rasgum Produções, plataforma cultural da Amazônia que, há mais de duas décadas, desenvolve festivais, conferências e programas dedicados à música, à economia criativa e à internacionalização da cultura amazônica. Também idealiza projetos como o Festival Se Rasgum, ALMA – Amazônia Legal Música & Arte, Festival Sonido, Se Rasgum Gira e o Circuito Mangueirosa de Carnaval, além de integrar redes de cooperação e comissões de seleção no Brasil e no exterior.
Instagram: https://www.instagram.com/reneechalu
Michelly Mury
Michelly Mury é curadora, diretora artística e gestora cultural, com uma trajetória marcada pela valorização da diversidade na cultura brasileira. Atualmente é Label Manager da Altafonte e curadora artística do Festival Feira Preta. Atuou na programação artística da Fundição Progresso e foi coordenadora artística da Casa Natura Musical, em São Paulo. Também integra a equipe de educadores do projeto Sementes – Caminhos para uma Produção Mais Diversa, iniciativa voltada à formação gratuita de artistas e produtores não brancos. Em 2024 foi eleita Profissional do Ano no WME Awards.
Instagram: https://www.instagram.com/michellymury
Chico Dub
Chico Dub é diretor artístico, curador e gestor cultural reconhecido por seu trabalho em festivais e projetos dedicados à experimentação sonora no Brasil e no exterior. É diretor e curador do Festival Novas Frequências, da plataforma Outra Música e dos concertos da Casa Museu Eva Klabin, além de integrar o conselho da Semana Internacional de Música de São Paulo. Eleito pelo British Council como um dos Futuros Líderes Globais, foi diretor artístico do Oi Futuro — atual Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia — e desenvolveu curadorias para instituições e festivais como Bienal de São Paulo, Centro Cultural São Paulo, Sesc, CCBB, Farol Santander, OneBeat Residency, Rio Innovation Week, entre diversos projetos nacionais e internacionais voltados à música contemporânea e à experimentação artística.
Instagram: https://www.instagram.com/chicodub
Toda escolha também conta uma história e a de Brasilidades & Futuros foi construída por pessoas que fazem da arte, da cultura e da pesquisa parte da própria trajetória. Diferentes olhares, diferentes experiências e uma mesma responsabilidade: encontrar projetos que expressem a potência criativa do Brasil.
Os olhares por trás da seleção na Chamada Pública Brasilidades & Futuros
Por trás de cada projeto selecionado, há profissionais com diferentes histórias, experiências e olhares sobre a cultura brasileira. Conheça quem fez parte desse processo!
Quando o resultado de um edital é divulgado, o público conhece os projetos escolhidos. O que nem sempre aparece é o caminho percorrido até essa decisão.
No edital Brasilidades & Futuros, cada proposta passou por um processo de leitura, análise e diálogo conduzido por uma comissão formada por profissionais de diferentes áreas da cultura. Curadores, artistas, pesquisadores, produtores e gestores culturais colocaram suas experiências em perspectiva para avaliar projetos que refletem a diversidade da produção artística brasileira.
Vindos de diferentes regiões do país, os integrantes da banca compartilham trajetórias construídas em universidades, museus, festivais, instituições culturais e espaços independentes. São profissionais que acompanham de perto as transformações da arte contemporânea e ajudam, diariamente, a ampliar os espaços de criação, pesquisa e circulação da cultura.
Mais do que reunir especialistas, esta seleção reuniu diferentes maneiras de olhar para a arte. E foi justamente desse encontro de experiências que nasceram as escolhas que deram forma ao resultado do edital.
Artes Visuais
Nas Artes Visuais, a diversidade começa pela própria composição da comissão. Os profissionais que participaram da seleção desenvolvem pesquisas e projetos que atravessam temas como ancestralidade, tecnologia, educação, território, meio ambiente e novas formas de pensar a arte contemporânea.
Keyna Eleison
A curadora Keyna Eleison leva para a banca uma trajetória marcada pelo diálogo entre arte, filosofia e saberes ancestrais. Curadora, escritora, pesquisadora, herdeira Griot e xamã, é mestre em História da Arte, especialista em História e Arquitetura pela PUC-Rio e bacharel em Filosofia pela UFRJ. Foi gerente dos centros culturais do Município do Rio de Janeiro, coordenadora pedagógica da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, diretora artística do MAM Rio e curadora da primeira Bienal da Amazônia. Atualmente é diretora artística e de educação da Bienal da Amazônia e co-curadora At Large da 36ª Bienal de São Paulo, desenvolvendo projetos voltados à curadoria, à educação e à valorização dos saberes ancestrais na arte contemporânea.
Instagram: https://www.instagram.com/keynaeleison
Gabriel Cevallos
Gabriel Cevallos desenvolve projetos que aproximam artes visuais, música, audiovisual e tecnologias emergentes, construindo pontes entre diferentes linguagens e processos criativos. Graduado em Cinema e Produção Audiovisual pela PUCRS, pós-graduado em Práticas Curatoriais e mestre em Artes Visuais pela UFRGS, é idealizador e curador do festival Kino Beat desde 2009. Sua trajetória reúne experiências em curadoria de arte sonora e digital, programação musical, planejamento de eventos, articulação institucional e cooperação internacional. Em 2020 recebeu o Prêmio Açorianos de Artes Plásticas nas categorias Destaque em Curadoria e Ações de Inovação e Difusão.
Instagram: https://www.instagram.com/cevallosss
Lilian Fraiji
Lilian Fraiji conecta arte, ecologia, ciência e os saberes da Amazônia em uma trajetória construída entre o Brasil e o exterior. Curadora, pesquisadora e produtora cultural amazônida, é especialista em Gestão e Políticas Culturais pela Universidade de Barcelona e mestre em Curadoria e Práticas Culturais pela Universidade Ramon Llull, na Espanha. É cofundadora da plataforma internacional LABVERDE, dedicada às relações entre arte, ecologia, ciência e saberes ancestrais. Ao longo da carreira, desenvolveu exposições, festivais e projetos em instituições da América Latina, Europa e Estados Unidos, consolidando pesquisas voltadas às mudanças climáticas, justiça ambiental e ecossistemas vivos.
Instagram: https://www.instagram.com/lilianfraiji
Bernardo Marques-Baptista
Bernardo Marques-Baptista dedica sua pesquisa às relações entre arte e tecnologias contemporâneas. Doutor em História da Arte e mestre em Artes pela UERJ, é bacharel em Produção Cultural pela UFF. Atua como pesquisador, produtor cultural e curador independente, desenvolvendo projetos que dialogam com tecnologias digitais, sociais e ancestrais. É pesquisador associado do Laboratório de Artes e Políticas da Alteridade e do Museu AfroDigital, ambos da UERJ, além de professor substituto no Departamento de Teoria e História da Arte da universidade e pesquisador bolsista da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (FAPES).
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Leonardo Moraes
Leonardo Moraes é artista, educador, pesquisador e curador, com atuação nas interfaces entre cultura, educação, acessibilidade, tecnologias, raça, gênero e territorialidade. Licenciado em Música pelo Conservatório Brasileiro de Música, especialista em Gestão Cultural pela PUC-Rio, mestre e doutor pela UFRJ, é membro fundador do Grupo de Estudos e Pesquisa Etnomusicológica NEGÔ. Atua no Programa Cultura do Sesc Nacional, é diretor de ações educativas da BATEKOO e colaborador do PROEMUS/UNIRIO. Também participou da curadoria de exposições no Museu de Arte do Rio, Museu das Favelas, Sesc Belenzinho e atualmente integra a curadoria da residência artística do projeto UPLOAD, do Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia.
Instagram: https://www.instagram.com/leomoraes22
João Paulo Quintella
João Paulo Quintella desenvolve pesquisas voltadas às relações entre arte, espaço e experiência. Curador independente, coordena atualmente o programa cultural da Fundação Suíça Pro Helvetia no Brasil e integra a curadoria do projeto arte_passagem. Mestre em Processos Artísticos Contemporâneos pela UERJ, já atuou em projetos como Permanências e Destruições, Remanso, Céu Aberto e Suposto Sul – Suposto Norte, além de integrar a equipe de pesquisa e curadoria da Casa França-Brasil. Também publica textos sobre arte em veículos especializados como Select, Canal Contemporâneo e Edições Sesc São Paulo.
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Vânia Leal
Vânia Leal é pesquisadora e curadora paraense que há décadas contribui para fortalecer a produção artística da região Norte e o pensamento curatorial brasileiro. Mestre em Comunicação, Linguagem e Cultura, vive e trabalha em Belém, onde desenvolve projetos curatoriais, ações formativas e participa de importantes comissões de seleção e júris. Foi curadora educacional do Projeto Arte Pará durante 17 anos, integrou o mapeamento da região Norte para o Rumos Itaú Cultural e realizou curadorias para instituições como Museu Vale, Banco da Amazônia, Centro Cultural São Paulo, Instituto Tomie Ohtake, Instituto Inclusartiz e Bienal das Amazônias.
Instagram: https://www.instagram.com/vanialleal
Artes Cênicas
Se nas artes visuais o olhar é o ponto de partida, nas artes da cena tudo acontece no encontro. É nele que surgem novas narrativas, diferentes formas de ocupar os espaços e outras maneiras de compreender o mundo. A comissão de Artes Cênicas reflete justamente essa multiplicidade de experiências.
Alexandra Dumas
A professora e pesquisadora Alexandra Dumas leva para a banca uma trajetória dedicada às pedagogias e poéticas negras, às culturas populares e às expressões afro-brasileiras. Baiana da cidade de Prado, é doutora em Artes Cênicas e docente do Departamento de Fundamentos do Teatro e do Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Sua atuação acadêmica e artística tem como eixo a valorização das culturas afro-brasileiras, das brincadeiras populares e das pedagogias negras, contribuindo para ampliar os debates sobre arte, educação e representatividade na cena contemporânea.
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Ana Luisa Lima
Reúne mais de três décadas de atuação entre a produção cultural, a formação acadêmica e a gestão pública, contribuindo para a construção de políticas e projetos voltados ao fortalecimento das artes cênicas. Mestre em Bens Culturais e Projetos Sociais pela FGV, especialista em Teoria Literária pela UFRJ e licenciada e bacharel em Artes Cênicas pela UNIRIO, é professora do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ) desde 2004. Ao longo da carreira foi gerente da Rede de Teatros Municipais, subsecretária e secretária municipal de Cultura do Rio de Janeiro, coordenadora da Fábrica de Espetáculos do Theatro Municipal, curadora de projetos nacionais e jurada do Prêmio Shell de Teatro entre 2017 e 2025. Atualmente ocupa a Diretoria de Memória, Pesquisa e Produção de Conteúdos da Funarte.
Cristina Becker
Cristina Becker desenvolve iniciativas ligadas à economia criativa, à cooperação internacional e à formação de lideranças femininas na música e nas artes. Gestora cultural, empreendedora global e curadora, atua há mais de 25 anos nas artes e indústrias criativas. Foi embaixadora da WME e criou o programa ASA, realizado em parceria entre o British Council e o Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia, voltado ao desenvolvimento de mulheres na música. Também integrou a equipe de consultores do MicBR, desenvolve projetos de mentoria e consultoria para organizações públicas e privadas e é diretora artística do Festival Atos de Fala e sócia da Toca & Becker MGMT.
Instagram: https://www.instagram.com/cristinabbecker
Fernando Zugno
Fernando Zugno construiu sua trajetória entre a criação artística, a curadoria e a direção de festivais. Há duas décadas atua no Porto Alegre em Cena, do qual foi diretor entre 2016 e 2021. Nos últimos anos ampliou sua atuação para as artes visuais, realizando curadorias em instituições como o MACRS e o Farol Santander. Atualmente é diretor e curador da revista de arte Corpo Futuro e da mostra transdisciplinar MIAC, além de colaborar com diversos festivais e projetos artísticos no Brasil. Em 2020 recebeu o Prêmio Eva Sopher de Destaque Cultural, concedido pela Fundação Theatro São Pedro.
Instagram: https://www.instagram.com/ferzugno
Eduardo Rieche
Eduardo Rieche é dramaturgo, ator, produtor e pesquisador, com uma trajetória que atravessa teatro, literatura e produção cultural. Formado pela Casa das Artes de Laranjeiras (CAL), soma mais de 35 anos de carreira e recebeu importantes reconhecimentos, como o Prêmio Coca-Cola de Melhor Ator e o Prêmio Shell de Melhor Autor. É autor do musical É Samba na Veia, é Candeia, escreveu, ao lado de Gustavo Gasparani, Fafá de Belém, o Musical e foi finalista do Prêmio Jabuti pela biografia Yara Amaral – A Operária do Teatro. Desde 2014 atua como parecerista do Ministério da Cultura na área de Artes Cênicas e também é psicólogo pela UERJ, bacharel em Comunicação Social pela UFRJ e tradutor de festivais de cinema.
Instagram: https://www.instagram.com/eduardorieche
Nayse Lopez
Nayse Lopez é autora, roteirista, curadora de artes e de conteúdo, com trajetória dedicada à criação, pesquisa e programação cultural. Formada pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), desenvolve projetos que articulam narrativas, audiovisual, literatura e artes cênicas, atuando na curadoria de festivais, mostras e iniciativas culturais. Sua experiência reúne a produção de conteúdo, a escrita e a mediação entre diferentes linguagens artísticas, contribuindo para a construção de programações voltadas ao diálogo entre arte, cultura e sociedade.
Instagram: https://www.instagram.com/nayselopez
Felipe de Assis
Felipe de Assis é curador, pesquisador, gestor cultural e artista da cena, reconhecido pelo trabalho desenvolvido à frente do Festival Internacional de Artes Cênicas da Bahia (FIAC Bahia) e por sua atuação em iniciativas de circulação e cooperação internacional das artes da cena. Mestre e doutorando em Artes Cênicas pela UFBA, atua na criação, curadoria, formação e internacionalização de projetos culturais. Ao longo de sua trajetória colaborou com iniciativas como Rumos Itaú Cultural, Edital Oi Futuro, MITbr, MEXE (Portugal) e o Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga. Também foi diretor artístico do Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia (2023) e diretor executivo da Embaixada Cultural na Casa G20, no Rio de Janeiro (2024).
Instagram: https://www.instagram.com/felipedeassis.art
Música
A música também reúne diferentes maneiras de compreender o Brasil. Da pesquisa acadêmica à produção artística, dos festivais independentes às grandes plataformas culturais, a comissão foi formada por profissionais que acompanham de perto a diversidade de sons, territórios e movimentos que compõem a cena musical brasileira.
Leo Porto
Leo Porto é jornalista, produtor cultural e pesquisador da música brasileira, com atuação voltada à gestão cultural e ao fortalecimento das políticas públicas para a cultura. Atualmente integra a gestão do Hub Cultural Porto Dragão, do Instituto Dragão do Mar, em parceria com a Secretaria da Cultura do Ceará (Secult Ceará), desenvolvendo iniciativas dedicadas à produção, circulação e difusão da música e das artes. Ao longo de sua trajetória, contribui para a articulação entre pesquisa, produção cultural e gestão de projetos voltados à valorização da cultura brasileira.
Instagram: https://www.instagram.com/leoporto_ba
Carlos Albuquerque
Carlos Albuquerque, conhecido como Calbuque, é jornalista, crítico, curador musical, roteirista, radialista, DJ e biólogo marinho. Durante mais de 25 anos atuou no jornal O Globo, passando pelas editorias de Cultura e Ciência como repórter, crítico, redator e editor, além de coordenar as colunas Rio Fanzine e Transcultura. É idealizador e curador do Festival Ultrasonidos, dedicado à música sul-americana, e apresenta o programa homônimo na Rádio UFRJ, consolidando uma trajetória dedicada à pesquisa, difusão e valorização da cultura musical brasileira e latino-americana.
Instagram: https://www.instagram.com/calbuque00
Leo Feijó
Leo Feijó é jornalista, empreendedor cultural e especialista em indústria da música, com uma trajetória dedicada à formação de profissionais, à gestão pública e ao desenvolvimento do mercado musical brasileiro. Mestre em Empreendedorismo Criativo, com ênfase em Indústria da Música, pela Goldsmiths, University of London, é diretor da Escola Música & Negócios, criada em parceria com o Instituto Gênesis da PUC-Rio, e atualmente coordena ações estratégicas na Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro. Foi subsecretário de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, criou espaços culturais como Teatro Odisseia, Cinemathèque e Casa da Matriz, produziu mais de dois mil espetáculos e eventos e é autor do livro “Diversidade na Indústria da Música no Brasil, além de coautor de Rio: Cultura da Noite”.
Instagram: https://www.instagram.com/leofeijorio
Lucas Oliveira
Lucas Oliveira é músico, produtor musical, empresário e empreendedor cultural de Cuiabá (MT). Fundador do Grupo SUMAC, lidera iniciativas como SUMAC Records, Casa SUMAC e Baguncinha, o Festival, fortalecendo a cadeia produtiva da cultura no Centro-Oeste. Com MBA em Gerenciamento de Projetos pela Fundação Getulio Vargas (FGV), já impactou centenas de artistas por meio de eventos, produções, formações e projetos voltados ao desenvolvimento da cena musical independente.
Instagram: https://www.instagram.com/l.oliveira/
Nathalia Grilo
Nathalia Grilo aproxima arte contemporânea, música e pensamento negro em uma prática que articula pesquisa, curadoria e escrita. Curadora, pesquisadora, crítica musical, DJ e poeta, desenvolve investigações sobre sonoridade, imagem e espacialidade, com especial interesse pelas culturas populares, pelo experimentalismo e pelas tradições afro-diaspóricas. Sua trajetória reúne a curadoria de exposições, festivais de música instrumental, projetos interdisciplinares, cursos e programas públicos, priorizando processos de escuta, formação crítica e acompanhamento artístico.
Instagram: https://www.instagram.com/preta.velha
Renée Chalu
Renée Chalu é gestora cultural, curadora e produtora cultural, formada em Comunicação Social com especialização em Marketing de Eventos. É sócia-diretora da Se Rasgum Produções, plataforma cultural da Amazônia que, há mais de duas décadas, desenvolve festivais, conferências e programas dedicados à música, à economia criativa e à internacionalização da cultura amazônica. Também idealiza projetos como o Festival Se Rasgum, ALMA – Amazônia Legal Música & Arte, Festival Sonido, Se Rasgum Gira e o Circuito Mangueirosa de Carnaval, além de integrar redes de cooperação e comissões de seleção no Brasil e no exterior.
Instagram: https://www.instagram.com/reneechalu
Michelly Mury
Michelly Mury é curadora, diretora artística e gestora cultural, com uma trajetória marcada pela valorização da diversidade na cultura brasileira. Atualmente é Label Manager da Altafonte e curadora artística do Festival Feira Preta. Atuou na programação artística da Fundição Progresso e foi coordenadora artística da Casa Natura Musical, em São Paulo. Também integra a equipe de educadores do projeto Sementes – Caminhos para uma Produção Mais Diversa, iniciativa voltada à formação gratuita de artistas e produtores não brancos. Em 2024 foi eleita Profissional do Ano no WME Awards.
Instagram: https://www.instagram.com/michellymury
Chico Dub
Chico Dub é diretor artístico, curador e gestor cultural reconhecido por seu trabalho em festivais e projetos dedicados à experimentação sonora no Brasil e no exterior. É diretor e curador do Festival Novas Frequências, da plataforma Outra Música e dos concertos da Casa Museu Eva Klabin, além de integrar o conselho da Semana Internacional de Música de São Paulo. Eleito pelo British Council como um dos Futuros Líderes Globais, foi diretor artístico do Oi Futuro — atual Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia — e desenvolveu curadorias para instituições e festivais como Bienal de São Paulo, Centro Cultural São Paulo, Sesc, CCBB, Farol Santander, OneBeat Residency, Rio Innovation Week, entre diversos projetos nacionais e internacionais voltados à música contemporânea e à experimentação artística.
Instagram: https://www.instagram.com/chicodub
Toda escolha também conta uma história e a de Brasilidades & Futuros foi construída por pessoas que fazem da arte, da cultura e da pesquisa parte da própria trajetória. Diferentes olhares, diferentes experiências e uma mesma responsabilidade: encontrar projetos que expressem a potência criativa do Brasil.
Evento gratuito em parceria com Museu do Amanhã e Fundação Itaú expande olhar sobre a exposição “Síntese – Arte e Tecnologia” no Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia
No próximo dia 29 de julho, o centro cultural Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia recebe a roda de conversa gratuita “Criação e outras memórias com I.A.”, a partir das 19h. Realizado em parceria com o Museu do Amanhã e a Fundação Itaú, o encontro integra o Programa de Formação: Exposição Síntese – Arte e Tecnologia, ampliando as discussões propostas pela mostra “Síntese – Arte e Tecnologia na Coleção Itaú”, em cartaz no Museu do Amanhã. A conversa propõe refletir sobre como a inteligência artificial pode ser utilizada não apenas como ferramenta técnica, mas também como campo de disputa, fabulação e reconstrução de memórias.
A mesa de debate será composta por nomes como a cientista de dados e especialista em inteligência artificial Zaika dos Santos; o curador Lucas Albuquerque; a artista e pesquisadora Rejane Cantoni; o artista do Laboratório 2050 Gean Lopes; e mediação da coordenadora de Cultura do Petrobras Futuros, Luciana Adão.
“Este programa de formação reflete a convergência de três instituições comprometidas em impulsionar a pesquisa e o desenvolvimento de novas linguagens na intersecção entre arte, ciência e tecnologia. A complementaridade das nossas atuações permite cruzar acervos, reflexões conceituais e experimentação prática, oferecendo ao público um espaço amplo de debate e construção de pensamento crítico”, destaca Carla Uller, diretora de Programas e Projetos do Instituto Futuros.
Para participar do evento, basta retirar os ingressos gratuitos pelo link do Sympla.
Programação formativa vai até setembro
Com uma programação que se estende por diversas datas ao longo dos meses de julho, agosto e setembro, o “Programa de Formação: Exposição Síntese – Arte e Tecnologia” foca na convergência entre arte, tecnologia e ecologia, na gestão de acervos digitais e nos reflexos da inteligência artificial sob a perspectiva do Sul Global. Cada encontro foi pensado de forma independente, permitindo que o público participe de atividades específicas sem a necessidade de frequentar toda a agenda. Após o sucesso do último encontro em 4 de julho no Museu do Amanhã, o calendário segue com a roda de conversa no Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia dia 29 e terá ainda encontros em agosto e setembro, em ambos os locais.
O programa de formação marca também um novo capítulo da parceria entre o Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia e a Fundação Itaú. Em 2025, a instalação imersiva OP_ERA: Sonic Dimension – que integra a coleção de arte cibernética do Acervo Itaú Unibanco, gerido pelo Itaú Cultural – esteve em cartaz no centro cultural. Idealizada pelas artistas e pesquisadoras brasileiras Rejane Cantoni e Daniela Kutschat, a obra promovia “a escuta da imagem e a visualização do som”, unindo tecnologia e arte e convidando o público à interatividade.
“Discutir a tecnologia e as ecologias a partir do Sul Global é um passo fundamental para pensarmos novas humanidades. Precisamos descentralizar a visão sobre as inovações tecnológicas e focar em como elas impactam e refletem as realidades e as urgências do nosso próprio território”, ressalta Milena Godolphim, Coordenadora de Inovação do Museu do Amanhã.
“A potência de unir estas três instituições está justamente em aprofundar de forma qualificada o debate sobre as instigantes obras arte-tecnológicas da Coleção Itaú. Ao criarmos este programa de formação conjunto, fomentamos pesquisas interativas, aproximamos o público das discussões essenciais sobre acervos digitais e garantimos a plena democratização do conhecimento”, reforça Jader Rosa, superintendente do Itaú Cultural.
A exposição itinerante “Síntese – Arte e Tecnologia na Coleção Itaú” no Museu do Amanhã reúne artistas que investigam as profundas relações entre seres humanos, tecnologia e meio ambiente. Composta por um recorte de 12 obras de criadores nacionais e internacionais, a mostra convida o público a interagir com instalações que pedem a troca de dados para revelar suas poéticas, transformando desde letras datilografadas até interações visuais em criaturas artificiais. Com três trabalhos exclusivos na montagem carioca — FALA, de Rejane Cantoni; Robotarium, de Leonel Moura; e Odisseia, de Regina Silveira —, a visitação é uma oportunidade lúdica e científica para refletir sobre a nossa convivência com sistemas cada vez mais complexos.
Mesa de debates: Criação e outras memórias com I.A
Evento gratuito em parceria com Museu do Amanhã e Fundação Itaú expande olhar sobre a exposição “Síntese – Arte e Tecnologia” no Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia
No próximo dia 29 de julho, o centro cultural Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia recebe a roda de conversa gratuita “Criação e outras memórias com I.A.”, a partir das 19h. Realizado em parceria com o Museu do Amanhã e a Fundação Itaú, o encontro integra o Programa de Formação: Exposição Síntese – Arte e Tecnologia, ampliando as discussões propostas pela mostra “Síntese – Arte e Tecnologia na Coleção Itaú”, em cartaz no Museu do Amanhã. A conversa propõe refletir sobre como a inteligência artificial pode ser utilizada não apenas como ferramenta técnica, mas também como campo de disputa, fabulação e reconstrução de memórias.
A mesa de debate será composta por nomes como a cientista de dados e especialista em inteligência artificial Zaika dos Santos; o curador Lucas Albuquerque; a artista e pesquisadora Rejane Cantoni; o artista do Laboratório 2050 Gean Lopes; e mediação da coordenadora de Cultura do Petrobras Futuros, Luciana Adão.
“Este programa de formação reflete a convergência de três instituições comprometidas em impulsionar a pesquisa e o desenvolvimento de novas linguagens na intersecção entre arte, ciência e tecnologia. A complementaridade das nossas atuações permite cruzar acervos, reflexões conceituais e experimentação prática, oferecendo ao público um espaço amplo de debate e construção de pensamento crítico”, destaca Carla Uller, diretora de Programas e Projetos do Instituto Futuros.
Para participar do evento, basta retirar os ingressos gratuitos pelo link do Sympla.
Programação formativa vai até setembro
Com uma programação que se estende por diversas datas ao longo dos meses de julho, agosto e setembro, o “Programa de Formação: Exposição Síntese – Arte e Tecnologia” foca na convergência entre arte, tecnologia e ecologia, na gestão de acervos digitais e nos reflexos da inteligência artificial sob a perspectiva do Sul Global. Cada encontro foi pensado de forma independente, permitindo que o público participe de atividades específicas sem a necessidade de frequentar toda a agenda. Após o sucesso do último encontro em 4 de julho no Museu do Amanhã, o calendário segue com a roda de conversa no Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia dia 29 e terá ainda encontros em agosto e setembro, em ambos os locais.
O programa de formação marca também um novo capítulo da parceria entre o Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia e a Fundação Itaú. Em 2025, a instalação imersiva OP_ERA: Sonic Dimension – que integra a coleção de arte cibernética do Acervo Itaú Unibanco, gerido pelo Itaú Cultural – esteve em cartaz no centro cultural. Idealizada pelas artistas e pesquisadoras brasileiras Rejane Cantoni e Daniela Kutschat, a obra promovia “a escuta da imagem e a visualização do som”, unindo tecnologia e arte e convidando o público à interatividade.
“Discutir a tecnologia e as ecologias a partir do Sul Global é um passo fundamental para pensarmos novas humanidades. Precisamos descentralizar a visão sobre as inovações tecnológicas e focar em como elas impactam e refletem as realidades e as urgências do nosso próprio território”, ressalta Milena Godolphim, Coordenadora de Inovação do Museu do Amanhã.
“A potência de unir estas três instituições está justamente em aprofundar de forma qualificada o debate sobre as instigantes obras arte-tecnológicas da Coleção Itaú. Ao criarmos este programa de formação conjunto, fomentamos pesquisas interativas, aproximamos o público das discussões essenciais sobre acervos digitais e garantimos a plena democratização do conhecimento”, reforça Jader Rosa, superintendente do Itaú Cultural.
A exposição itinerante “Síntese – Arte e Tecnologia na Coleção Itaú” no Museu do Amanhã reúne artistas que investigam as profundas relações entre seres humanos, tecnologia e meio ambiente. Composta por um recorte de 12 obras de criadores nacionais e internacionais, a mostra convida o público a interagir com instalações que pedem a troca de dados para revelar suas poéticas, transformando desde letras datilografadas até interações visuais em criaturas artificiais. Com três trabalhos exclusivos na montagem carioca — FALA, de Rejane Cantoni; Robotarium, de Leonel Moura; e Odisseia, de Regina Silveira —, a visitação é uma oportunidade lúdica e científica para refletir sobre a nossa convivência com sistemas cada vez mais complexos.
Conheça os projetos que vão ocupar o nosso centro cultural entre agosto de 2026 e maio de 2027
A curadoria, composta pelos 30 projetos de Artes Cênicas, Artes Visuais e Música, contará com exposições, instalações imersivas, shows musicais e performances, além de espetáculos teatrais adultos e infantis. O conjunto selecionado promove um encontro de produções artísticas das cinco regiões do país, com a presença de 12 estados brasileiros.
Nas Artes Cênicas, destaca-se uma cena contemporânea que rompe com as fronteiras entre teatro, artes visuais e tecnologias digitais. Os roteiros apresentarão temas como crise ambiental, ancestralidade afrodiaspórica e diversas leituras sobre o Brasil. A seleção inclui obras teatrais que utilizam realidade virtual, videomapping e sensores, além de projetos que integram, de modo orgânico, a acessibilidade à dramaturgia. As oito temporadas teatrais preveem obras para o público adulto e infantil.
Nas Artes Visuais, as exposições enfocam narrativas decoloniais e afroindígenas, com forte presença da liderança feminina nas produções selecionadas. Em linha com o perfil curatorial do Petrobras Futuros, os seis projetos escolhidos exploram o hibridismo das linguagens artísticas em diversas práticas, incluindo instalação multimídia, pintura, escultura e fotografia.
Na Música, a programação apresenta as múltiplas sonoridades brasileiras e pesquisas acústicas, priorizando territórios periféricos, marginais e não hegemônicos. Um line-up de 16 artistas ou bandas se apresentará em quatro festivais de música instrumental contemporânea, realizados no Petrobras Futuros. Afrobeat, free jazz, hip hop, funk e música eletrônica são alguns dos gêneros que comporão os festivais.
“A nova programação do Petrobras Futuros apresentará projetos artísticos que dialogam com as grandes questões do mundo a partir das identidades brasileiras, que são diversas e se renovam continuamente. O público no Rio de Janeiro terá acesso a um conjunto pulsante de obras que atualizam e inovam nossas perspectivas sobre o que é o Brasil. Queremos que nosso espaço seja um lugar onde os diversos Brasis possam se ver, se reconhecer e se encontrar por meio da arte e da inovação”, afirma Carla Uller, diretora de Programas e Projetos do Instituto Futuros.
Para conhecer os projetos que vão ocupar o nosso centro cultural entre agosto de 2026 e maio de 2027, clique AQUI!
A chamada pública “Brasilidades & Futuros” é parte dos projetos “Brasilidades e Futuros – Artes Cênicas”, “Brasilidades e Futuros – Artes Visuais” e “Brasilidades e Futuros – Música”, patrocinados pela Petrobras com realização pelo Ministério da Cultura, via Lei Rouanet, e conta com a gestão do Instituto Futuros.
Brasilidades & Futuros: descubra os selecionados na chamada pública
Conheça os projetos que vão ocupar o nosso centro cultural entre agosto de 2026 e maio de 2027
A curadoria, composta pelos 30 projetos de Artes Cênicas, Artes Visuais e Música, contará com exposições, instalações imersivas, shows musicais e performances, além de espetáculos teatrais adultos e infantis. O conjunto selecionado promove um encontro de produções artísticas das cinco regiões do país, com a presença de 12 estados brasileiros.
Nas Artes Cênicas, destaca-se uma cena contemporânea que rompe com as fronteiras entre teatro, artes visuais e tecnologias digitais. Os roteiros apresentarão temas como crise ambiental, ancestralidade afrodiaspórica e diversas leituras sobre o Brasil. A seleção inclui obras teatrais que utilizam realidade virtual, videomapping e sensores, além de projetos que integram, de modo orgânico, a acessibilidade à dramaturgia. As oito temporadas teatrais preveem obras para o público adulto e infantil.
Nas Artes Visuais, as exposições enfocam narrativas decoloniais e afroindígenas, com forte presença da liderança feminina nas produções selecionadas. Em linha com o perfil curatorial do Petrobras Futuros, os seis projetos escolhidos exploram o hibridismo das linguagens artísticas em diversas práticas, incluindo instalação multimídia, pintura, escultura e fotografia.
Na Música, a programação apresenta as múltiplas sonoridades brasileiras e pesquisas acústicas, priorizando territórios periféricos, marginais e não hegemônicos. Um line-up de 16 artistas ou bandas se apresentará em quatro festivais de música instrumental contemporânea, realizados no Petrobras Futuros. Afrobeat, free jazz, hip hop, funk e música eletrônica são alguns dos gêneros que comporão os festivais.
“A nova programação do Petrobras Futuros apresentará projetos artísticos que dialogam com as grandes questões do mundo a partir das identidades brasileiras, que são diversas e se renovam continuamente. O público no Rio de Janeiro terá acesso a um conjunto pulsante de obras que atualizam e inovam nossas perspectivas sobre o que é o Brasil. Queremos que nosso espaço seja um lugar onde os diversos Brasis possam se ver, se reconhecer e se encontrar por meio da arte e da inovação”, afirma Carla Uller, diretora de Programas e Projetos do Instituto Futuros.
Para conhecer os projetos que vão ocupar o nosso centro cultural entre agosto de 2026 e maio de 2027, clique AQUI!
A chamada pública “Brasilidades & Futuros” é parte dos projetos “Brasilidades e Futuros – Artes Cênicas”, “Brasilidades e Futuros – Artes Visuais” e “Brasilidades e Futuros – Música”, patrocinados pela Petrobras com realização pelo Ministério da Cultura, via Lei Rouanet, e conta com a gestão do Instituto Futuros.
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