Sobre

Futuros – Arte e Tecnologia é um espaço de cultura, arte, conexões e memória no Rio de Janeiro. Localizado em um prédio centenário na Zona Sul da cidade, onde em 1918 foi instalada a histórica Estação Beira-Mar e, a partir dos anos 80, abrigou por muitas décadas o Museu do Telephone, o clássico projeto arquitetônico de Peter Gasper se destaca na paisagem do bairro do Flamengo.

Muito mais do que um prédio com um passado, o Futuros – Arte e Tecnologia é um agente desse tempo, fundamental na programação cultural carioca, no acesso democrático à cultura e na promoção da arte brasileira em sua diversidade de expressões, linguagens e formatos.

Com entrada gratuita, Futuros – Arte e Tecnologia é um centro cultural moderno composto por três galerias multiuso, o Museu das Comunicações e Humanidades (Musehum), o Teatro Petrobras Futuros e um programa educativo que promove visitas guiadas e transporte gratuito a grupos escolares. O lugar do encontro entre públicos diversos no Rio de Janeiro e deles com a arte, a cultura, a ciência e a tecnologia. 

Aqui, o visitante não é mero espectador. Uma visita ao Futuros – Arte e Tecnologia é sempre uma experiência de troca que provoca emoções e reflexões. Que aciona o imaginário. E que convida a sonhar coletivamente novos futuros. 

Sejam bem-vindos e bem-vindas!

Nossa História

1918

A primeira estação de telefonia do país chega ao bairro do Flamengo, no Rio de Janeiro, ainda capital do país. O espaço que hoje abriga Futuros – Arte e Tecnologia era então conhecido como Estação Beira-Mar, onde até 1930 eram realizadas ligações, de maneira manual, com o auxílio de telefonistas. 

1981

Última central telefônica manual da cidade a ser desativada, nos anos 1940, o prédio foi cenário para a profissão que inseriu as mulheres no mercado de trabalho. Quarenta anos depois, ele é transformado no Museu do Telephone.

1997

Visto como um espaço para resgate da história e fomento da arte, o Museu do Telephone passa a receber outras atrações. É o momento em que é instalada no prédio uma galeria de arte contemporânea com programação que passa a incluir vídeo, música e artes cênicas.

2000

O prédio histórico  passa por reformas para ser ampliado, sem deixar de lado a preservação do patrimônio da telecomunicações que abriga. É o momento em que são reforçadas as possibilidades para o futuro.

2005

Em maio, foram abertas as portas do Centro Cultural Oi Futuro, espaço para de encontro entre  a história, a arquitetura, a tecnologia e a arte contemporânea em diferentes linguagens.

2007

Como uma evolução do Museu do Telephone, é inaugurado o Museu das Telecomunicações. No mesmo espaço do centro cultural, o museu utiliza a tecnologia como ferramenta para contar a história da comunicação humana ao redor do globo.

2010

A implementação de técnicas modernas de conservação dos objetos museológicos possibilitam a criação da Reserva Técnica. No mesmo contexto, é criada também a Midiateca, disponibilizando no formato virtual todos os arquivos históricos do museu.

2012

O ano marca o lançamento da Coleção de Arte e Tecnologia, livro documental que conta a história  da restauração e adaptação que transformou o Museu do Telephone.

2020

Após uma reestruturação física e tecnológica, o Museu das Telecomunicações dá lugar ao Musehum – Museu das Comunicações e Humanidades, com um olhar para a evolução das comunicações a partir das relações humanas. Agora, o visitante está no centro da experiência e é também parte do repertório do museu.

2023

Após 18 anos de trajetória, começa uma nova fase para o centro cultural que hoje é chamado de Futuros – Arte e Tecnologia. Com a abertura inédita para investimento de novos parceiros, o espaço permanece sob a gestão do Instituto Oi Futuro com uma curadoria artística inovadora e programação ainda mais dinâmica que une teatro, exposições, mostras culturais e experiências imersivas.

2024

O Musehum – Museu das Comunicações e Humanidades investiga cada vez mais de perto as novas questões que envolvem o impacto das tecnologias de comunicação nas relações humanas. A popularização das mídias digitais possibilitou que todas as pessoas com acesso  à internet se tornassem consumidores, produtores e compartilhadores de conteúdos online num volume e velocidade sem precedentes na História. Mas será que já estamos preparados para lidar com tantas informações e opiniões em tempo real?

2025

O centro cultural celebra 20 anos de trajetória reafirmando seu compromisso de conectar, desenvolver e impulsionar ideias e ações que contribuam para a construção de futuros mais humanos, sustentáveis e democráticos. Por meio da arte, da cultura e da tecnologia, o espaço fortalece seu papel como plataforma de experimentação, pensamento crítico e encontro entre diferentes públicos, linguagens e perspectivas.

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