Futuros – Arte e Tecnologia anuncia novo diretor artístico: Felipe de Assis

O ano é de novidades no nosso centro cultural. Com novo nome, nova marca e novos patrocinadores em 2023, o Futuros – Arte e Tecnologia tem agora também um novo diretor artístico: é o curador e artista baiano Felipe de Assis.

Mestre e doutorando em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), Felipe desenvolve pesquisa acadêmica sobre curadoria colaborativa atravessando diferentes expressões artísticas. Seu ponto de partida será a linha curatorial do Futuros, que valoriza a investigação e a experimentação de múltiplas possibilidades e combinações das artes visuais, artes digitais, artes performáticas e artes sonoras.

Felipe terá o desafio de inovar e integrar a visão artística da programação cultural, trazendo novas narrativas, propostas e experiências. De acordo com o novo diretor artístico, sua atuação terá como foco o desenvolvimento de uma curadoria colaborativa e a elaboração de programas que articulem criação, formação, difusão e reflexão crítica. Para isso, Felipe considera também a importância de realizar parcerias com outros equipamentos culturais.

“Posso afirmar que a experiência de colaborar com este equipamento nutre meu desejo de saber, minha capacidade de imaginar e de inventar futuros possíveis. Essa tem sido a orientação de minha carreira e, sem dúvida, será também uma marca da minha experiência como diretor artístico do Futuros – Arte Tecnologia. Como diz a canção de Gilberto Gil, ‘queremos viver confiantes no futuro’”, reflete Felipe.

O novo diretor artístico do Futuros ficará responsável também pela construção e lançamento de novos editais, tendo papel fundamental na expansão de parcerias do instituto Oi Futuro.

“Com a chegada do Felipe, a história do Futuros é enriquecida por uma nova visão artística que amplia ainda mais nossa vocação como lugar de conexão, inovação e aprendizagem. Queremos cada vez mais trocar experiências de arte e cultura com todo o Brasil, além de aumentar nossas colaborações internacionais”, afirma Carla Uller, gerente executiva de Programas, Projetos e Comunicação do Oi Futuro. “Nosso maior objetivo é alcançar uma audiência ainda mais vasta e diversa, oferecendo uma programação que surpreenda não apenas os frequentadores assíduos de espaços culturais, mas que atraia novos públicos de diferentes gerações e camadas sociais”.

Conheça mais sobre Felipe de Assis

Felipe de Assis é artista da cena, pesquisador e curador. Doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da UFBA (PPGAC UFBA). É mestre em Artes Cênicas pelo PPGAC UFBA e concluiu o Bacharelado em Direção Teatral pela Escola de Teatro da UFBA, em 2006.

Desde 2008, é um dos curadores e coordenadores gerais do Festival Internacional de Artes Cênicas da Bahia – FIAC Bahia. Colaborou com curadorias independentes: Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados (2017, 2018 e 2021), FAC Brasília Multicultural (2022), – Seleção e Avaliação do Edital de Cultura Sesc RJ (2022), Comissão FUNCULTURA, Pernambuco (2020), Elisabete Anderle, Santa Catarina (2020), Programa Rumos Itaú Cultural (2017-2018), MITbr curadoria vinculada à Mostra Internacional de São Paulo (2018 e 2019), MEXE (Portugal, 2019), FNT Guaramiranga (2017 e 2018), entre outras. Membro do Núcleo dos Festivais Internacionais de Artes Cênicas do Brasil desde 2009, da Rede de Festivais de Teatro do Brasil desde 2015 e do Colectivo Utópico, plataforma com artistas da Argentina, Suíça e Brasil. Foi Coordenador Cultural da Aliança Francesa de Salvador entre 2002 e 2008.

Dentre seus trabalhos artísticos, destacam-se: Performance Telling e El Viaje com o Colectivo Utópico (2019 – 2023), Looping Bahia Overdub (2015 – 2023), dirigido em parceria com Leonardo França e Rita Aquino. Este trabalho se apresentou no Festival Dias da Dança, no Porto, em 2019, Plataforma Lodo, Buenos Aires, 2017, e em mais de 20 cidades brasileiras pelo Palco Giratório, 2018, além de festivais internacionais.  Este trabalho também ganhou versões locais através de residências artísticas em Dundee com a cia. Scottish Dance Theatre (2018), Rio de Janeiro no Festival Panorama (2023) e Festival Internacional de Teatro de Palco e Rua de Belo Horizonte. Dirigiu o espetáculo Braseiro, de Marcos Barbosa, com temporada em Salvador e na cidade de La Rochelle, França, entre 2004 e 2005, indicado para o prêmio de melhor atriz coadjuvante no Prêmio Braskem 2005; dirigiu As Estrelas do Orinoco, de Emilio Carballido, Prêmio Braskem de Melhor atriz 2006 e ganhador do prêmio Jurema Pena de circulação da Funceb 2007. Dirigiu o espetáculo O Olhar Inventa o Mundo, ganhador do prêmio Braskem de 2008 na categoria melhor iluminação, além das indicações de melhor espetáculo, melhor diretor, cenário, luz e figurino do Prêmio Braskem 2008 e prêmio de montagem de espetáculo Manuel Lopes Pontes da Funceb 2007. Trabalhou como assistente de direção com: Thomas Quillardet (A Geladeira, 2007); Jean-Damien Barbin (Carta aos Jovens Atores, 2003) e Deolindo Checcucci (O vôo da Asa Branca, 2000).

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